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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Vários intérpretes - 2 + 2 (EP 1975)

 Sucessos nacionais e internacionais estão neste compacto duplo da Som Livre
Eis aqui mais um tema do telejornal Hoje, da Rede Globo. Trata-se da faixa “Spring”, com Glen Michael, incluída neste compacto duplo da Som Livre. O disco também oferece duas músicas nacionais e internacionais. A outra internacional é “Tu vas devenir musicien”, com Pierre Groscolas, a que abre o lado 1. No 2, o EP inclui os grupos Azimüth e Casa das Máquinas, interpretando “Linha do horizonte” e “Tudo porque te amo”, respectivamente. Confira:

01 - Pierre Groscolas - Tu vas devenir musicien
(Pierre Groscolas – Michel Jourdan)
02 - Glen Michael - Spring (Tema musical do Jornal Hoje)
(Glen Michael)
03 - Azimüth - Linha do horizonte
(Paraná – Paulo Sérgio Valle)
04 - Casa das Máquinas - Tudo porque te amo
(Aroldo – Carlos Geraldo)



Vários intérpretes - Quatro (EP 1976)

 Disco da Som Livre se destaca por músicas usadas na programação da Globo
Este e o próximo EP atendem ao pedido do internauta que se identifica como “Baixar Ed Lincoln” (?!). O  disco segue a mesma linha do compacto Dose Dupla, postado logo abaixo, pois apresenta dois sucessos internacionais e dois nacionais.  O lado 1 traz Paul Jones com a música “Those shadows”, outro tema do Telejornal Hoje, da Rede Globo, e a Orquestra de Mike Holm executando “Dialogo d’amore”, tema instrumental dos personagens Eunice e Carlão na novela Pecado Capital. Outro tema de telenovela é “Meu mundo e nada mais”, com Guilherme Arantes, incluída em Anjo Mau, que abre o lado 2, seguida por “Desiderata”, na interpretação do Cid Moreira. Confira:

01 - Paul Jones - Those shadows
(Anderson – McDouglas)
02 - Mike Holm Orchestra - Dialogo d'amore
(G.P.Reverberi)
03 - Guilherme Arantes - Meu mundo e nada mais
(Guilherme Arantes)
04 - Cid Moreira – Desiderata (You are a child of the universe)
(Ehrmann e Werners – vs: José Roberto Dias Leme – Carlos Frias)



sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vânia Carvalho - O importante é ser feliz (LP 1978)

 Primeiro disco da Vânia Carvalho foi produzido em 1978 por Paulinho Tapajós
Qualquer semelhança com a cantora Beth Carvalho não é mera coincidência. Vânia e Beth são irmãs. Têm em comum o gosto pela música, e prova disso está neste seu primeiro e único LP, lançado em 1978 pela CBS (Sony). O álbum, produzido por Paulinho Tapajós, inclui canções como "O importante é ser feliz" (Ruy Quaresma), "Minha honestidade vale ouro" (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito), "Lamentação" (Mauro Duarte) e "Saudade demais" (Arthur Verocai e Paulinho Tapajós), entre outras. O disco contou com arranjos do maestro Ivan Paulo e a participação de músicos importantes como Dino, Abel Ferreira, Altamiro Carrilho, Nelsinho e Manoel da Conceição (Mão de Vaca).

Nascida no Rio de Janeiro em 17 de setembro de 1939, Vânia ainda participou de coletâneas e projetos especiais, como o LP "Evocação II - Chiquinha Gonzaga", produzido em 1979 por Antonio de Vincenzo e Aluízio Falcão. Em 1993, por exemplo, participou ao lado da irmã e de Nelson Cavaquinho, do CD "Nelson Cavaquinho", lançado no mercado japonês, interpretando a faixa "Nelson Cavaquinho", gravada primeiramente neste LP. Vânia só retornou ao disco em 2012, quando lançou o segundo álbum, o CD “Coração na voz”, no qual incluiu faixas como “O dono das calçadas” (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito),  “Para um amor no Recife” (Paulinho da Viola), “Resposta” (Maysa), entre outras. O disco foi dedicado ao ator e compositor Mário Lago, de quem regravou o samba-canção “Rua sem sol” (Mário Lago e Henrique Gandelman). Assim como a irmã, Vânia canta bem e sabe escolher o repertório. Confira:

01 - O importante é ser feliz
(Ruy Quaresma)
02 - Mente ao meu coração
(F.Malfitano)
03 - Minha honestidade vale ouro
(Nelson Cavaquinho - Guilherme de Brito)
04 - Lamentação
(Mauro Duarte)
05 - Quando o samba acabou
(Noel Rosa)
06 - Nelson Cavaquinho
(Egberto Gismonti - Paulo Cesar Pinheiro)
07 - Pranto
(Francisco Santana)
08 - Peito vazio
(Cartola - Elton Medeiros)
09 - Prova de carinho
(Adoniran Barbosa - Herve Cordovil)
10 - Unha de gato
(Elton Medeiros - Antonio Valente)
11 - Eu e meu eu
(Everaldo da Viola)
12 - Saudade demais
(Arthur Verocai - Pauilinho Tapajós)


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Agostinho dos Santos - Maria Tereza (CS 1966)

Compacto simples da RGE traz a versão de "Yesterday", dos Beatles, no lado B

Este compacto simples do Agostinho dos Santos, lançado em 1966 pela RGE, traz uma curiosidade  no lado B. Trata-se da música “Ontem”, uma versão do Rossini Pinto, para “Yesterday”, um dos maiores sucessos dos Beatles. O lado 1 tem a música “Maria Tereza”, uma composição do Chico Anísio em parceria com o maestro Erlon Chaves, responsável pelo arranjo e regência das duas canções do single. Confira:

01 – Maria Tereza
(Erlon Chaves – Francisco Anísio)
02 – Ontem (Yesterday)
(Lennon – McCartney – vs: Rossini Pinto)



terça-feira, 24 de junho de 2014

Vários artistas - Dose dupla (EP 1977)

 Dois sucessos nacionais e dois internacionais compõem o repertório deste EP
Quatro sucessos – dois nacionais e dois internacionais – estão reunidos neste compacto duplo lançado em 1977 pela Som Livre. Guilherme Arantes, em sua fase mais produtiva, abre o disco com "Descer a serra", e Márcio Lott fecha o lado 1 com a bonita “Marcas do que se foi”. Márcio Lott, pra quem não se lembra, é um dos cantores das Vozes do Jingle, postado logo abaixo. A outra face do disco tem “Just imagine”, com Glen Michael, tema na época do telejornal Hoje, da Rede Globo, no ar desde 21 de abril de 1971. Pra completar, o EP encerra com “Theme from S.W.A.T.”, com Music Corporation. Confira:

01 - Guilherme Arantes - Descer a serra
(Guilherme Arantes)
02 - Márcio Lott - Marcas do que se foi
(Zurana)
03 - Glen Michael - Just imagine (Tema do telejornal Hoje)
(Glen Michael)
04 - Music Corporation - Theme from S.W.A.T.
(B. De Vorzon)



segunda-feira, 23 de junho de 2014

The Lovers - Lover - Volume 1 (LP 1961)

The Lovers (Ed Lincoln e seu conjunto) gravaram três volumes da série Lover
LP de capa dupla do selo Nielser se destaca pela qualidade do som em estéreo
Este álbum tem, no mínimo, valor histórico, pois é um dos primeiros – senão o primeiro – produzido pelo Disco Nilser, um projeto do músico e produtor Nilo Sérgio, que usou as iniciais do seu nome para identificar o novo selo. Trata-se de um projeto paralelo à Musidisc, também criada por ele, no qual o músico primava pela alta qualidade do som, produzindo-o em estéreo, um dos primeiros do mercado fonográfico brasileiro naquele início dos anos 1960. “Recentes progressos na área de gravações de mútiplos canais, tornaram possível a reprodução do som verdadeiro, com toda sua realística profundidade e definição”, explica o texto impresso neste "Lover", título do álbum de capa dupla do grupo The Lovers. A banda, na verdade, é o Ed Lincoln e seu conjunto sob pseudônimo, executando hits internacionais. A gravadora, com poucos títulos, lançou outros dois volumes da série Lover que eu não tenho, mas a qualidade do som é muito boa. Confira:

01 - Now and forever
(Gabler - Kaempfert)
02 - Makin' whoopee
(Gus Kahn - Walter Donaldson)
03 - You are my lucky star
(A. Freed - N.H.Brown)
04 - Stairway to the stars
(M.Parish - M. Malneck - F. Signorelli)
05 - Funny talk
(Bruesewits - Kaempfert)
06 - You'll never know
(Harry Warren - Mack Gordon)
07 - Poema
(Fibich)
08 - I'm gettin' sentimental over you
(George Bassman - Ned Washington)
09 - Come september
(Bobby Darin)
10 - So in love
(Cole Porter)
11 - Noturno
(Chopin)
12 - Just you, just me
(Raymond Klages - Jesse Greer)



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Banda Família Santa Clara - Jovem Guarda ao vivo

 Banda Família Santa Clara interpreta grandes sucessos da Jovem Guarda
Numa das viagens a trabalho, entre 2004 e 2007, comprei este CD da banda Família Santa Clara no aeroporto de Recife, em Pernambuco, mas não foi em nenhuma de suas lojas. Após o check-in, a caminho da sala de embarque, vi uma pequena bancada no meio do saguão com o letreiro “Jovem Guarda ao Vivo. Compre aqui o CD da banda Família Santa Clara”. Mesmo sem ter nenhuma referência sobre o grupo, adquiri o disco rapidamente, e nem conferi o embrulho. Ao abri-lo, encontrei apenas o invólucro com o CD, uma produção independente de baixo custo, sem capa e contracapa. Imagino que, pelo nome da banda, se trata de disco ligado a alguma instituição beneficente, daí a permissão do aeroporto para que fosse comercializado na área de tráfego de passageiros. Pra postá-lo, montei a capa e contracapa, e vale lembrar que as faixas são ininterruptas, e devem ser gravadas sem intervalo entre elas. Confira:

01 - A chuva
02 - A volta
03 - Candida
04 - Coração de papel
05 - Diana
06 - Oh, Carol
07 - Esqueça
08 - Impossível acreditar que perdi você
09 - Quero que vá tudo pro inferno
10 - Mar de rosas
11 - Menina linda
12 - Meu bem não me quer
13 - A irmã do meu melhor amigo
14 - Namoradinha de um amigo meu
15 - Um amor sem fim
16 - Pensando nela
17 - Pingos de amor
18 - Por causa de você
19 - Quando a cidade dorme
20 - Devolva-me
21 - Ritmo da chuva



quarta-feira, 18 de junho de 2014

Vários artistas - As vozes do jingle (LP 1981)

Vozes do Jingle interpretam músicas que gostam de cantar em disco da Sonora
Eles estão presentes em nosso dia a dia por meio das mensagens publicitárias. São os cantores de jingles. Eles emprestam suas vozes para anunciar produtos e serviços, mas os seus nomes permanecem no anonimato. Há exceções, é claro. Neste disco, produzido em 1981 pela Sonora – produtora de fonogramas publicitários -, encontramos nomes conhecidos, como os da atriz e cantora Lucinha Lins (aqui Lúcia Lins), Regininha, Zé Luiz e Márcio Lott, entre outros. O álbum reúne os artistas mais permanentes do elenco da propaganda sonora.  Eles cantam as músicas que mais gostam, daí a inclusão da infantil “Atirei o pau no gato”, a capela, no repertório.

 O resultado é um disco gostoso de ouvir, apesar dos resquícios do jingle. É o caso da deliciosa “14 anos”, do Paulinho da Viola, em que Luna a interpreta em apenas um minuto, tempo exato pra um comercial. Destaque para “Pode chorar”, na interpretação do Max, que me lembra Cassiano e Tim Maia. É a ele, Max, a quem o disco é dedicado pelos produtores. Segundo texto na contracapa, Max Luiz dos Santos – “músico completo, cantor emocionado, estrela do desaparecido grupo Taxi, morreu aos 26 anos, em dezembro de 1979, cinco dias depois de gravar “Bailarina” (terceira faixa do disco), que seria incluída num desejado disco seu que não chegou a sair”. Confira:

01 - Vozes do Jingle - Pra sempre cantarei
(J. Mercer – R. Whiting – Julio Hungria)
02 - Zé Luiz - Eu te amo
(Caetano Veloso)
03 - Max – Bailarina
(Sá – Guarabira)
04 - Vozes do Jingle - Atirei o pau no gato
(Arranjo vocal: Vozes do Jingle)
05 - Luna - 14 anos
(Paulinho da Viola)
06 - Flavinho - Pano de fundo
(Ivan Lins – Vitor Martins)
07 - Fabiola – Capataz
(J. Maranhão)
08 - Lucia Lins - Em cena
(Jerônimo Jardim)
09 - Flavinho – Música
(Julio Hungria)
10 - Márcio Lott – Cantar
(Darcy de Paulo – Cartier – Feital)
11 - Regininha - Pelas noites
(Eduardo Souto Neto – Nelson Wellington)
12 - Max - Pode chorar
(Max)
13 - Luna – Seduzir
(Djavan)


quinta-feira, 12 de junho de 2014

Documento - O Brasil em todas as Copas do Mundo

Série de três CDs, produzida pela BBC, traz a história da seleção no mundial até 2002
É hoje, minha gente, a abertura da Copa do Mundo no Brasil, e por isso encerro a contagem regressiva do blog pro evento com esta postagem especial.  Trata-se da série de três CDs “O Brasil em todas as Copas do Mundo”, produzida pela BBC Brasil e lançada em 2006, quando da realização do evento na Alemanha. Nesta série, produzida por Ricardo Acampora e originalmente transmitida nos programas da BBC Brasil, você acompanha a participação brasileira nas Copas do Mundo. Da primeira, em 1930, às glórias do tetracampeonato em 1994 e o pentacampeonato em 2002. O documento contém material de arquivo e entrevistas com quem fez a história do País no futebol mundial.

Trata-se, com certeza, de importante documento pra quem se interessa sobre o assunto e pelas curiosidades do futebol. Eu, por exemplo, fiquei surpreso em constatar que foi a partir da Copa de 1950, no Brasil, que as camisas dos jogadores passaram a ser numeradas. Enfim, a pasta contém 17 arquivos - um por mundial, com cerca de 10 a 12 minutos de duração cada - que ganhei de um amigo. Ele ganhou o box, copiou os arquivos em mp3 de 128 kbps (padrão em 2006) e distribuiu pra galera ouvir. Infelizmente, as imagens originais da capa, contracapa e CD não foram escaneadas, e não as possuo. Mas o que interessa é o conteúdo, na íntegra, que aqui está, e improvisei as ilustrações acima, especialmente pra postagem. Confira:


01 - História das copas - 1930
02 - História das copas - 1934
03 - História das copas - 1938
04 - História das copas - 1950
05 - História das copas - 1954
06 - História das copas - 1958
07 - História das copas - 1962
08 - História das copas - 1966
09 - História das copas - 1970
10 - História das copas - 1974
11 - História das copas - 1978
12 - História das copas - 1982
13 - História das copas - 1986
14 - História das copas - 1990
15 - História das copas - 1994
16 - História das copas - 1998
17 - História das copas - 2002


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Vários artistas - Olé Brasil... Bola pra frente (1982)

LP lançado pela RCA embalou a torcida brasileira durante a Copa na Espanha
Hoje, véspera da abertura da segunda Copa do Mundo no Brasil, após 64 anos, nada como ouvir um álbum especial, com músicas inteiramente dedicadas à seleção e ao futebol, a paixão nacional. A dica é o disco “Olé Brasil... Bola Pra Frente”, lançado em 1982 pela RCA Camden – mais um álbum generosamente fornecido pelo amigo Aderaldo, da Comunidade MC&JG, a quem agradeço. O LP reúne artistas como Osvaldo Nunes, Os Incríveis, Luiz Américo e outros. Confira:

01 - Banda Olé Brasil - Coração rolando a bola
02 - Os Incríveis - Goooo-ool! Brasil!!!
03 - Luiz Américo - Camisa 1
04 - Santa Cruz - Discopa
05 - A Banda da Alegria - Pra frente Brasil
06 - Osvaldo Nunes - Brasil, Brasil, Brasil
07 - Arthur & Galahad - Cem milhões de corações
08 - Santa Cruz - Bola pra frente
09 - Coro da Torcida Brasileira - O canário vai cantar
10 - Sambatour - Vamos suar a camisa
11 - A Banda da Alegria - Camisa 10
12 - Ivan Moreno - Tocando a bola
13 - José Messias e o Coro da Torcida Brasileira - Marcha da torcida brasileira
14 - Os Incríveis - Eu te amo meu Brasil

Colaboração: Aderaldo, da Comunidade MC&JG, do Orkut


terça-feira, 10 de junho de 2014

Orquestra e Coral Chantecler - Brasil bom de bola

EP originalmente produzido em 1974 foi relançado para a Copa de 1982
Este compacto, lançado por ocasião da Copa do Mundo de 1982, na Espanha, é na verdade um relançamento de 1974, originalmente produzido para o Mundial na Alemanha. É só notar que uma das marchas destaca a população de mais de 100 milhões de pessoas – número estimado de habitantes em 1974. Entre as quatro músicas do EP, três são interpretadas pela Orquestra e Coral Chantecler, sendo que a quarta é o hit “Camisa 10”, com o Luiz Américo. Confira:

01 - Orquestra e Coral Chantecler - Brasil Bom de Bola
(Paulo Sette - Geraldo Nunez)
02 - Orquestra e Coral Chantecler - Mais de 100 milhões
(Paulo Sette - Geraldo Nunez)
03 - Orquestra e Coral Chantecler - Avante Torcida
(Paulo Sette - Geraldo Nunez)
04 - Luiz Américo - Camisa 10
(Hélio Matheus - Luis Vagner)


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Documento - A Copa é nossa (LP duplo 1970)

Álbum duplo da RCA Victor comemora conquista definitiva da taça Jules Rimet
Disco apresenta todos os gols da nossa seleção nas copas de 1958, 1962 e 1970
Quem curte futebol não perderá a oportunidade de baixar este álbum duplo, lançado em 1970 pela RCA Victor, com as narrações dos gols do Brasil nas Copas do Mundo de 1958, 1962 e 1970 na Suécia, Chile e México, respectivamente. O material eternizado no disco é das transmissões originais da Rádio Bandeirantes. A equipe da emissora, sob coordenação de Clodoaldo José, é formada por Fiori Giglioti, Flavio Araújo, Mauro Pinheiro, Roberto Silva, Ennio Rodrigues e Jota Hawilla. O primeiro volume tem as irradiações das copas na Suécia e Chile, sendo que o segundo é inteiramente dedicado a conquista do tri pela seleção no México em 1970. Confira:

Volume 1

01 - Suécia 1958 - Brasil 3 x Áustria O
02 - Suécia 1958 - Brasil 0 X 0 Inglaterra (final do jogo)
03 - Suécia 1958 - Brasil 2 X 0 Rússia
04 - Suécia 1958 - Brasil 1 X 0 País de Gales
05 - Suécia 1958 - Brasil 5 X 2 França
06 - Suécia 1958 - Brasil 5 X 2 Suécia
07 - Chile 1962 - Brasil 2 X 0 México
08 - Chile 1962 - Brasil 0 X 0 Tchecoslováquia (Final do jogo)
09 - Chile 1962 - Brasil 2 X 1 Espanha
10 - Chile 1962 - Brasil 3 X 1 Inglaterra
11 - Chile 1962 - Brasil 4 x 2 Chile
12 - Chile 1962 - Brasil 3 X 1 Tchecoslováquia

Volume 2

01 - México 1970 - Brasil 4 X 1 Tchecoslováquia
02 - México 1970 - Brasil 1 X 0 Inglaterra
03 - México 1970 - Brasil 3 X 2 Romênia 
04 - México 1970 - Brasil 4 X 2 Peru
05 - México 1970 - Brasil 3 X 1 Uruguai
06 - México 1970 - Brasil 4 X 1 Itália


Orquestra de Guerra Peixe - Pra frente Brasil (1970)

Single traz versão instrumental do hino executada pela Orquestra de Guerra Peixe
Como se pode notar, a marcha “Pra frente Brasil” foi o grande hit de 1970. Aqui está mais um compacto com a famosa versão do Coral de Joab. A diferença em relação ao outro single, já postado no blog, está no lado B, com a versão instrumental da música, a cargo da Orquestra de Guerra Peixe.  Confira:

01 – Coral de Joab – Pra frente Brasil
(Miguel Gustavo)
02 – Orquestra de Guerra Peixe - Pra frente Brasil
(Miguel Gustavo)



domingo, 8 de junho de 2014

Coral Equipe - Marcha do Tostão (CS 1970)

Coral Equipe interpreta "Pra frente Brasil" e "Marcha do Tostão" neste CS de 1970
O craque Tostão, um dos nomes mais destacados da Copa do Mundo de 1970, foi homenageado com essa marcha que se inicia com a locução de um gol do Jairzinho, graças ao passe do jogador mineiro. O outro lado do disco traz a marcha “Pra frente Brasil”, grande sucesso do Coral de Joab, aqui interpretado pelo Coral Equipe. Confira:

01 - Pra frente Brasil
(Miguel Gustavo)
02 - Marcha do Tostão (Gool do Jair)
(Nelson Castro – Alvaro Mattos – adap. Américo Lima)

sábado, 7 de junho de 2014

Jackson do Pandeiro - Frevo do tri (1970)

Jackson do Pandeiro e Coral 70 exaltam a conquista do tri pela seleção no México
Mais um compacto de 1970, lançado pela Continental, após a conquista do tri pela seleção no México. No lado A, está o “Frevo do Tri”, interpretado pelo Jackson do Pandeiro, o mesmo que gravou o “Frevo do Bi” em 1962. No B, o “Coral 70” interpreta a marcha “O caneco é nosso”, produzida pela Varig, canção que exalta a conquista definitiva pelo Brasil da taça Jules Rimet.  O disco em meu poder, comprado em sebo, foi muito usado pelo antigo dono, mas dá pra ouvi-lo na íntegra. Confira:

01 - Jackson do Pandeiro - Frevo do tri
(Braz Marques – Alvaro Castilho)
02 - Coral 70 - O caneco é nosso
(Messina)



sexta-feira, 6 de junho de 2014

Documento - Os gols do Brasil na Copa de 1970

Narração começa pelos gols da primeira partida até a final contra a Itália
Este é mais um compacto lançado em bancas de jornal após a conquista do tri pela seleção no México em 1970. O disco, fabricado pela Continental e encartado na Revista Manchete, traz a narração dos radialistas Waldir Amaral (Rádio Globo) e Jorge Cury (Rádio Nacional) de todos os gols da nossa seleção durante as seis partidas no Mundial. O áudio parece que foi extraído diretamente do rádio e em alguns momentos podemos ouvir chiados que não são do disco, em perfeito estado de conservação. O legal talvez esteja aí, como se fosse uma transmissão direta de 1970, com suas naturais interferências até chegar em 2014. Confira:

01 - Brasil X Tchecoslováquia
02 - Brasil X Inglaterra
03 - Brasil X Romênia
04 - Brasil X Peru
05 - Brasil X Uruguai
06 - Brasil X Itália


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Documento - As Copas do Mundo de 1930 a 1970

Documento da Editora Christi traz dados sobre as copas realizadas até 1970
Em 1970, após a conquista do tricampeonato mundial de futebol e direito pela posse definitiva da Taça Jules Rimet, formou-se no País uma corrente ufanista, liderada pelo governo militar. Os craques da seleção foram recepcionados como heróis. Os mercados fonográfico e editorial aproveitaram a oportunidade pra lançamentos de discos e edições especiais de revistas. Um dos produtos, vendido em bancas de jornal, foi este “As Copas do Mundo de 1930 – 1970”, um documento da Editora Christi com dados sobre as nove edições do certame, realizadas a partir de 1930. O documento, com 16 páginas, é acompanhado por um compacto simples com narração de Osvaldo Calfati. Confira:

01 – Narração de Osvaldo Calfati - Copa 70 
(Texto de Cardoso Silva)
02 - Narração de Osvaldo Calfati - Copa 70 
(Texto de Cardoso Silva)



quarta-feira, 4 de junho de 2014

Coral de Joab - Pra frente Brasil (CS 1981)

Marcha da Copa de 1970 tem letra atualizada para o Mundial na Espanha em 1982
Apontada como a música eterna da Seleção Brasileira de Futebol, a marcha “Pra frente Brasil” ganhou nova versão para a Copa do Mundo de 1982 na Espanha. A nova versão, adaptada por Sagramor de Scuvero, mostra que a população brasileira, de 90 milhões em 1970, saltou para 120 milhões em 1982. Foi lançada, sob tutela da CBF, num compacto simples da RGE com a versão instrumental no lado B. A seleção canarinho foi marcada pelo futebol ofensivo e criativo dos craques comandados por Telê Santana. Mas quem ficou com o título, e eliminou os brasileiros, foi a Itália.

Pela primeira vez a competição foi disputada por 24 seleções, entre elas várias estreantes. Na primeira fase, a Itália, após três empates, se classificou no número de gols marcados. O Brasil passou por cima de todos os adversários na primeira fase e se classificou como maior favorito ao título. Na segunda fase, estreou com vitória sobre os argentinos e foi para o jogo contra os italianos precisando apenas de um empate. A vitória por 3 a 2 da Itália, com três gols de Paolo Rossi, que acabou como artilheiro do torneio com seis, eliminou os brasileiros, e a nova versão de “Pra frente Brasil” caiu no esquecimento. Confira:

01 – Pra frente Brasil
(Miguel Gustavo – adaptação de Sagramor de Scuvero)
02 – Pra frente Brasil (versão instrumental)
(Miguel Gustavo)

Titulares do Ritmo - A taça do mundo é nossa (1970)

Disco produzido pela Codil traz os hinos que embalaram as Copas de 1958 e 1970
Desconfio que este compacto, lançado em 1970 pela Codil/Copacabana, é o disco mais vendido entre os relacionados à Copa do Mundo.  No lado A, está a gravação do Coral de Joab para “Pra frente Brasil”, marcha do Miguel Gustavo que embalou a conquista do Tri no México. No B, traz os Titulares do Ritmo com a famosa “A taça do mundo é nossa”, outro ícone das Copas, pois foi com ela que o Brasil vibrou em 1958 com a conquista, pela primeira vez, do campeonato na Suécia. Confira:

01 – Coral de Joab – Pra frente Brasil
(Miguel Gustavo)
02 – Titulares do Ritmo – A taça do mundo é nossa
(Mau – Dag – Lau)




terça-feira, 3 de junho de 2014

Marinho - Eu sou assim (CS 1977)

Marinho, ex-craque da Seleção Brasileira de Futebol, gravou este disco em 1977
Após o Hino Nacional Brasileiro, vou homenagear o ex-craque Marinho Chagas, um dos melhores laterais-esquerdos da história do futebol brasileiro, com este compacto simples que o jogador gravou em 1977. O disco, gentilmente cedido pelo amigo Aderaldo, da Comunidade MC&JG, a quem agradeço, foi gravado graças ao incentivo de amigos, entre eles o cantor e compositor José Roberto, um dos autores das duas músicas. O registro, na época, mereceu até um clipe exibido pelo Fantástico.

Marinho faleceu na madrugada de domingo, aos 62 anos, e sepultado ontem, 2, segunda-feira, em Natal. O ex-lateral da Seleção Brasileira não resistiu a uma hemorragia digestiva que o fez ser internado às pressas na tarde de sábado, após passar mal durante um evento relacionado à Copa do Mundo na capital paraibana. Ele estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Emergência e Trauma e respirava com a ajuda de aparelhos. 

Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, o ex-jogador foi eleito o melhor lateral esquerdo da Copa do Mundo de 1974, vencida pela Alemanha. De características ofensivas, o ex-jogador marcou época na Seleção Brasileira de futebol. Iniciou a carreira no modesto Riachuelo em 1967, e logo despertou o interesse do ABC, ambos em Natal. Se mudou para o Náutico em 1970, onde conseguiu maior projeção e acabou sendo negociado ao Botafogo, clube onde obteve maior sucesso, permanecendo em General Severiano entre 1972 e 1976.

Em 1977, acertou sua mudança para o rival Fluminense, mas só ficou durante um ano, se mudando em seguida para os Estados Unidos, onde defendeu o New York Cosmos e o Fort Lauderdale Strikes. Retornou ao Brasil em 1981, atuando pelo São Paulo. Passou ainda por Bangu, Fortaleza, América-RN, LA Heat-EUA e Augsburg-ALE antes de encerrar a carreira em 1988. Confira o disco:

01 - Eu sou assim
(Clayton – José Roberto)
02 - A minha vingança
(Olavo Sérgio – José Roberto)

Colaboração: Aderaldo, da Comunidade MC&JG, do Orkut

Banda do Corpo de Fuzileiros Navais - Cisne branco

Compacto duplo da Columbia se destaca pela inclusão do Hino Nacional Brasileiro
Com esta postagem, destacada pela execução do "Hino Nacional Brasileiro" pela Banda do Corpo de Fuzileiros Navais, dou o pontapé inicial do blog para a contagem regressiva da segunda Copa do Mundo de Futebol no Brasil, após 64 anos. O Hino está no repertório deste "Cisne Branco", um EP de 45 RPM, produzido pela Columbia, posteriormente CBS e hoje Sony. O disco, sob a regência do professor Oswaldo Passos Cabral, não informa o ano da produção, mas acho que seja do final dos anos 1950. Já na metade dos anos 1960, também sem essa informação, a CBS o relançou em disco de 33 RPM.

Confesso que, a nove dias da Copa, ainda não senti o clima do evento, como no passado. Nessa época, era pra ver casas e ruas decoradas com bandeirinhas e pintadas de verde e amarelo, mas o desânimo parece total, talvez influenciado pelas manifestações tardias contra o mundial no País. É bem verdade que não precisamos de Copa, mas já que todos os investimentos e desvios de verba foram feitos por corruptos, só nos resta curtir os jogos, mesmo com obras de infraestrutura vergonhosamente inacabadas.

A nossa resposta contra tudo o que está aí deve ser dada ainda este ano, nas próximas eleições, e não durante a Copa, com o Brasil anfitrião e no centro das atenções. Espero que oportunistas, baderneiros e políticos de plantão se sensibilizem para a necessidade de realizarmos uma boa Copa, independente de o Brasil ganhar ou não. Lembre-se que roupa suja se lava em casa, entre nós, e não diante da visita. Por isso, torço para que o povo brasileiro saiba recepcionar bem os turistas e que todos os atletas e visitantes retornem aos seus países com a melhor imagem nossa. Só ganhamos com isso. Portanto, chega de papo, que o hino nacional brasileiro já vai começar. Ouça:

01 - Hino Nacional Brasileiro
(Francisco Manoel da Silva)
02 - Hino a Bandeira
(Francisco Braga)
03 - Cisne branco
(Antonio Manoel do Espírito Santo)
04 - Hino do fuzileiro
(Prof. Oswaldo Passos Cabral)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Poly e seu conjunto - Uma festa caipira (1963)

Poly e seu conjunto esquentam a festa capira com este EP gravado em 1963
Mantendo o clima das festas juninas, segue o compacto duplo do multi-instrumentista Ângelo Apolônio, nome verdadeiro do Poly (ou Poli), uma fera no violão, cavaquinho, bandolim, banjo, contrabaixo, viola e guitarra havaiana. O disco, provavelmente de 1963, foi lançado pela Continental, e se destaca pela inclusão da música “Quadrilha do Tamanduá”, de autoria do próprio Poly. Ele nasceu em 8 de agosto de 1920 em São Paulo, onde morreu em 10 de abril de 1985. Desde os 10 anos demonstrou habilidade com os instrumentos de cordas e começou a carreira artística na década de 1930, em São Paulo, acompanhando cantores populares de então. Um dos trabalhos foi no conjunto Regional da Rádio Difusora paulista, como violonista e solista de cavaquinho e bandolim. A partir daí a carreira deslanchou e gravou inúmeros discos. Confira este:

01 - Festa na roça
(Mario Zan – Palmeira)
02 - Quadrilha do Tamanduá
(Poly)
03 - O sanfoneiro só tocava isso
(Haroldo Lobo – Geraldo Medeiros)
04 - Pau de sebo
(G. Gallardi – Ismar Cassaroli)

domingo, 1 de junho de 2014

The Five Lovers - Jovem Guarda nas festas de junho

EP de 1966 da RGE traz clássicos das festas juninas no embalo da Jovem Guarda
Junho é, em parte do país, como Norte e Nordeste, período pra realização das festas juninas. Essa tradição, hoje, nos grandes centros urbanos, principalmente do Sul e Sudeste, está praticamente acabada, e só mantida em algumas regiões devido aos benefícios proporcionados pelo turismo. De qualquer forma, o desconhecido grupo The Five Lovers explorou esse nicho de mercado e lançou em 1966 este EP pela RGE. O meu exemplar, infelizmente, está sem a capa original e a imagem acima foi retirada de um anúncio no Mercado Livre. O disco, com apenas três faixas, traz clássicos do gênero em forma de pot-pourri, como “Cai, cai, balão”, “Chegou a hora da fogueira”, “Antonio, Pedro e João”,  entre outros. Confira:

01 – Seleção junina:
Chegou a hora da fogueira
(Lamartine Babo)
Noites de junho
(João de Barro – Alberto Ribeiro)
Sonho de papel
(Alberto Ribeiro)
Pula a fogueira
(Getúlio Marinho – João Bastos)
Antonio, Pedro e João
(Oswaldo Santiago – Benedito Lacerda)
Isto é lá com Santo Antonio
(Lamartine Babo)
O sanfoneiro só tocava isso
(Haroldo Lobo – Geraldo Martins)
Capelinha de melão
(João de Barro – Alberto Ribeiro)
Cai, cai, balão
(Assis Valente)
Olha pro céu 
(Luiz Gonzaga – José Fernandes)
02 – Quadrilha do Tamanduá
(Poli)
Festa na roça
(Mário Zan – Palmeira)
03 – Rosa Maria
(Roberto Martins – Ewaldo Ruy)
Siá Mariquinha
(L. Assunção – Evenor Pontes)