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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Djalma Lúcio - Uma ternura em cada abraço (1961)

Baladas e boleros dão o tom do primeiro álbum gravado pelo Djalma Lúcio
Djalma Lúcio é o exemplo de cantor conhecido do grande público, principalmente por ter participado por mais de 20 anos em quadros do programa Silvio Santos, mas que possui discografia desconhecida. Este LP, intitulado “Uma ternura em cada abraço”, não possui data de lançamento, mas acredito que seja de 1961, baseado pela numeração dos álbuns lançados pela Polydor. Outro indício de que se trata de disco lançado no início dos anos 1960 está no repertório, repleto de boleros, gênero musical de muita popularidade na época. Nele, o jovem cantor é apresentado na contracapa por texto assinado pelo cantor e compositor Osmar Navarro (19/11/1930 – 04/01/2012). O sucesso, porém, só aconteceria em 1971 com a música “O que passou, passou”, de Nelson Ned, incluída na coletânea “As mais famosas baladas”, postada ontem no blog. Caso seja do seu interesse,  um compacto do cantor de 1968 ainda está disponível (aqui) no Sanduíche Musical, meu blog anterior.

Segundo filho do casal Apolinário e dona Mariínha, Djalma nasceu em Ibiassucê, pequeno município baiano, de onde mudou-se com a família aos seis anos para a cidade mineira de Montes Claros.  Lá, começou a cantar em festinhas familiares, e aos 15 anos se apresentou na emissora local, a ZYD-7. Daí, para Belo Horizonte, foi um salto. Já na capital, passou a atuar na Rádio Guarany e TV Itacolomy, onde foi descoberto e contratado pela Polydor. Lá, gravou este LP e um compacto duplo. Em recente entrevista para o site Central de Notícias, Djalma cita como ídolos Cauby Peixoto e Silvio César, e diz ter se inspirado no movimento da Jovem Guarda. No que diz respeito à parceria com Silvio Santos, ele lembra que chegou ao programa em 1970 para participar do quadro ‘Os galãs cantam e dançam aos domingos’, atração que durou três anos. Em 1977, foi convidado para o ‘Qual é a Música?’, que ficou no ar até 1991. Hoje mora na tranquila cidade de Iguape e só faz apresentações eventuais, mantendo ainda a bonita voz. Confira:

01 - Tanto amor
..... (Osmar Navarro – Alvaro Franco)
02 - Não pode ser adeus
..... (Fernando César – Sérgio Odilon)
03 - É difícil esquecer
..... (Jair Silva – Pedro Saraiva)
04 - Deixa-me partir
..... (Adelino Moreira)
05 - Vento (Viento)
..... (Máximo Baratas – vs: Dominique)
06 - Você não sabe o que é saudade
..... (Silveira – Dalto Medeiros)
07 - Um triste pra viver
..... (Jacobina – Valdomiro Ramos)
08 - Uma ternura em cada abraço
..... (Nazareno de Brioto – Sérgio Odilon)
09 - Sonata do amor de nós dois
..... (Manoel Mello Machado – Concessa Lacerda)
10 - Balada do adeus
..... (Glauco Pereira – Fernando Pereira)
11 - Página virada
..... (Avarése – José Fabiano)
12 - Vê... lembra e pensa
..... (A.Macierevsky – Nazareno de Brito)

4 comentários:

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    1. Novo link:

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  2. Ainda bem que sei o caminho certo do blog e passo sempre por aqui,suas últimas postagens acabam com muitos discos raros que procuro na internet,eu só não: muitos. Estas preciosidades postadas partem daqui e se espalharão,o bom é que eu e outros saberemos que quem nos presentou foi o amigo.Um abração e outro obrigadão.

    Luiz Fernando

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    1. Luiz

      Você sabe que é sempre um prazer compartilhar, e fico feliz em saber que algumas postagens ajudam a reduzir sua lista de discos procurados. Abs.

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