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domingo, 14 de agosto de 2016

Maria Regina - Oh! Meu papai (compactos raros)

Maria Regina ficou conhecida no País como a menor cantora do mundo
Outro artista famoso na família da cantora mirim foi o irmão Ronnie Cord
Ela ficou conhecida como “a menor cantora do mundo”, título do seu primeiro álbum, e aqui comparece mais uma vez com três raros compactos simples, gentilmente enviados pelo amigo Geraldo, a quem agradeço. Um dos singles, sem o ano do lançamento, mas certamente gravado na primeira metade dos anos 1960, período em que a artista esteve na ativa, é ideal para postar neste Dia dos Pais, com as músicas “Oh, meu papai”, com a participação especial do maestro e compositor Hervé Cordovil, pai da cantora, e “Papai Walt Disney”. Pra quem não sabe, Maria Regina é irmã dos também cantores Ronnie Cord, Norman e Hervé Junior. A pequena artista, que começou a cantar aos quatro anos, ainda atuou como modelo infantil, e gravou na RCA Victor até os sete/oito anos, mas logo se desinteressou em dar continuidade na carreira que prometia ser promissora. Confira:

CS LC-6005

01 - Para Ser Bem Feliz
(Herve Cordovil - Leite de Moraes)
02 - A Cigarra e a Formiga
(Daicy P. Cordovil - Hervé Cordovil)

CS LC-6010

01 - Vem Menino Jesus (Caro Gesu' Bambino)
(Soffici - Carlaggi - Jota Moraes)
02 - Chapéuzinho Vermelho
(Daicy P. Cordovil - Hervé Cordovil)

CS LC-6114

01 - Oh! Meu Papai (Oh Meins Papa) (part. especial de Hervé Cordovil)
(P.Burkhard - B. Molar - O.Moles)
02 - Papai Walt Disney (Papa Walt Disney)
(Savona - Giacobetti - Espírito Santo)


COLABORAÇÃO: Geraldo


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Década Explosiva - Mulher (LP 1979)

Repertório de cantoras internacionais compõe o LP da Década Explosiva 
Um disco perfeito para postagem no Dia Internacional da Mulher é este álbum da Década Explosiva (Os Fevers, sob pseudônimo), lançado pela Imperial/Odeon em 1978 (como consta no selo) ou 1979 (como impresso na contracapa), mas não vou deixá-lo na gaveta até a comemoração, em 8 de março, e antecipo a apresentação. “Mulher” é o título do LP, gentilmente fornecido pelo Aderaldo, a quem agradeço. O álbum apresenta sucessos do repertório de cantoras internacionais, como “I love to love” (Tina Charles), “Lovin’ you” (Minnie Riperton), “Dio, come ti amo” (Gigliola Cinquetti), “To sir with love” (Lulu) e outras, mas não traz o crédito para os vocais femininos. Confira:

01 - I love to love
(James Bolden - Jack Robinson)
02 - (They Long To Be) Close to you
(Hal David - Burt Bacharach)
03 - Fernando
(B. Anderson - S. Anderson - B. Ulvaeus)
04 - Lovin’ you 
(Minnie Riperton - Richard Rudolph)
05 - Stop, look, listen
(T. Bell - L. Creed)
06 - Dio, come ti amo
(Domenico Modugno)
07 - Don’t leave me this way
(K. Gamble - L. Huff - C. Gilbert)
08 - Killing me softly with his song
(Norman Gimbel - Charles Fox)
09 - To sir with love
(M. London - D. Black)
10 - Don’t cry for me Argentina
(Andrew Lloyd Webber - Tim Rice)
11 - It’s too late
(Carole King - Toni Stern)
12 - This is my song
(Charles Chaplin)
13 - Those were the days
(Raskin)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Peso - Em busca do tempo perdido (LP 1975)

Único álbum do grupo Peso é obrigatório para quem gosta de rock'n'roll
Em busca de informação sobre o grupo Peso, encontrei interessante texto assinado por Mairon Machado no blog Consultoria do Rock. Recomendo a leitura a quem baixar este LP, gentilmente fornecido pelo amigo Laércio, a quem agradeço. Trata-se do único álbum da banda de carreira meteórica, liderada pelo vocalista Luiz Carlos Porto, e foi lançado pela Polydor/Philips em 1975. Tudo começou no Ceará em 1972, quando Porto e seu parceiro Antônio Fernando criaram a música "Pente", e com ela participaram da sétima edição do FIC. Após o evento, a dupla se dissolveu, e dois anos depois Porto retornou ao Rio. Lá, fundou o grupo Peso, junto com Gabriel O’Meara (guitarra), Constant Papineau (piano), Carlos Scart (baixo) e Carlos Graça (bateria). A banda participou do primeiro Hollywood Rock e gravou este LP. É obrigatório para quem gosta de rock, e não resisti à tentação de reproduzir a frase que encerra o texto de Mairon Machado sobre o disco: “Coloque a agulha no ponto, apague as luzes, arranque a roupa da mulher e deixe que Luiz Carlos Porto e companhia comandem seu cérebro para uma noite de muita loucura e gritos de yeah-yeah-yeah!”.


01 - Sou louco por você
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
02 - Não fique triste
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
03 - Me chama de amor
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
04 - Só agora
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
05 - Não sei de nada
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
06 - Blues
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
07 - Lúcifer
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
08 - Boca louca
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
09 - Cabeça feita
(Guilherme Lamounier - Tibério Gaspar)
10 - Em busca do tempo perdido
(Luiz Carlos Porto - Gabriel O'Meara)
11 - Pente (Bônus)
(Luiz Carlos Porto - Antônio Fernando Gordo)


COLABORAÇÃO: Laércio



terça-feira, 9 de agosto de 2016

Os Terríveis - Super Parada (LP 1972)

Sucessos de 1972 estão no repertório do LP produzido pela RCA Camden
Outro raro disco, direto de 1972, é este “Super Parada”, do grupo Os Terríveis, produzido pela RCA. Não posso garantir se a banda é a mesma que gravou o LP instrumental “Onda Jovem”, de 1967, postado aqui, já que o presente álbum incorpora vocais masculinos e femininos nas gravações. É compreensível o uso de vocais pelas bandas dos anos 1960, período em que músicas instrumentais vendiam muito, porque o cenário mudou a  partir da nova década e foi preciso se adequar as exigências do mercado. Foi o que aconteceu com o grupo Os Populares, por exemplo, que começou instrumental e abriu espaço para vocais, como confirma o disco postado ontem, logo abaixo. Quanto a este, vou cumprir o meu papel de postar, e deixo com você a opção de julgar se é da mesma banda ou de um grupo homônimo. Confira:

01 - Fale baixinho (Speak softly love)
(N.Rota - L.Kusik - vs: Rossini Pinto)
Agora eu sei
(Edson  Ribeiro - Helena dos Santos)
02 - There's no more on the brasos
(Innemee - Hoes)
O leão (The lion sleeps tonight)
(H.Peretti - L.Creatore - G.Weiss - A.Stanton - vs: Fred Jorge)
03 - Sem você (Whithout you)
(P.Ham - T.Evans - vs: Claudio Simões)
Tudo que eu tenho (Every thing I own)
(D.Gates - vs: Rossini Pinto)
04 - Cada macaco no seu galho (Chô chuá)
(Riachão)
05 - Encabulada
(Antonio Carlos - Jocafi)
06 - Vou tirar você desse lugar
(Odair José)
Pingos de amor
(Paulo Diniz - Odibar)
07 - O bofe
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
08 - Canto em blue (Song song blue)
(Neil Diamond - vs: Nazareno de Brito)
09 - Maria Rosa
(M.Roberto - C.Deberto)
 Não volto mais (Rock and roll lullaby)
(B.Mann - C.Weil - vs: Wando)
10 - Volte, volte amor (Lopp di love)
(Schelpior - Diekrs - vs: Mazola)
Pop concerto
(P. de Seneville - O. Toussaint)
11 - Esperanças perdidas
(A.Alves - D.Carvalho)
12 - Vai caindo uma lágrima (Va cayendo una lagrima)
(Franco - Valdez - Momy - vs: Sebastião F. da Silva)
Cavaleiro de Aruanda
(Tony Osanah)



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Os Populares - Quero que você se morda (LP 1974)

Álbum produzido pela Top Tape em 1974 é um dos mais raro do grupo
Veja só que raridade : “Quero que você se morda”, LP gravado pel’Os Populares na Top Tape em 1974. Agradeço aos amigos Aderaldo e Luiz Fernando pela possibilidade de postá-lo. O primeiro por ceder o disco, e o segundo por cuidar da edição do material. Pra falar a verdade, não sabia da existência desse disco, e nem sei se gravou outros na Top Tape. O grupo surgiu em 1967 no Rio de Janeiro, de uma dissidência do The Pop’s. Era composto por J. César (ex-The Pops, guitarra solo), Paulo Sérgio (ex-Os Aranhas, guitarra de ritmo), João Carlos (ex-Os Bárbaros, baixo elétrico), Pedrinho (ex-The Youngsters , bateria), e Carlinhos (teclado). O primeiro disco foi um compacto com músicas de Natal, hoje muito raro. O grupo se apresentou em diversos programas de rádio e TV. Gravou na RCA e Polydor, e atuou até por volta de 1978, com relativo sucesso. Seu estilo era, a princípio, basicamente instrumental, e depois passou a incorporar vocais em suas gravações, como neste disco. Confira:

01 - Quero que você se morda 
(J. César) 
02 - Eu e você (Me and you
(John Burn’s - Joe - D. Jones - D. MacLean - Versão: Rossini Pinto) 
03 - Só quero um xodó 
(Dominguinhos - Anastácia) 
04 - Vou desistir, mama (Wie sag ich's dir dab ich geh, mama
(O’Brien - Docker - Menke - Schaper - Versão: Nazareno de Brito) 
05 - Meu mundo 
(Morais) 
06 - Meu verdadeiro amor 
(Carlos Pedro - Sérgio Luis) 
07 - Cherie sha la la 
(C. Gordanne - Jean Van Loo - Ian Wira - Versão: Morais) 
08 - Primavera colorida 
(Sérgio Castro - Fernando Sanxo) 
09 - Little bit o'soul  (Ao entardecer)
(Carter - Lewis - Versão: Mara) 
10 - Tudo ou nada 
(Morais) 
11 - A culpada é você 
(Carlos Pedro) 
12 - Que vontade de lhe ver 
(Dias Soares - J. César - Erick Adic) 
13 - Avante campeões 
(Osvaldo Corrêa - Oswaldo Corrêa Filho)


COLABORAÇÃO: Aderaldo, com edição do Luiz Fernando


domingo, 7 de agosto de 2016

Jessé - Sem terra e sem rei (CS 1980)

 Primeiro disco solo do Jessé traz "Porto solidão", maior sucesso da carreira
Com “Porto solidão”, música que o revelou ao público e o consagrou como melhor intérprete do MPB-80, festival de MPB promovido em 1980 pela Rede Globo, Jessé Florentino Santos, conhecido como Jessé, gravou o primeiro disco solo, um compacto simples pela RGE. De imediato, lançou o álbum encabeçado por outro hit, “Voa liberdade”, também lançada em compacto simples, acoplada com “Campo minado”, curiosamente o lado A do disco. Outros 12 LPs foram lançados até a trágica morte aos 40 anos, em 29 de março 1993. No entanto, a música “Sem terra e sem rei”, lado B do primeiro disco, caiu no esquecimento e ainda não foi relançada, tornando-se rara. Esse deve ser o motivo do pedido de postagem desse disco pelo internauta Soares, já que “Porto solidão” é música fácil de encontrar. Seja como for, uma coisa é certa: é sempre bom ouvir Jessé, que já tem sinopse da carreira divulgada no blog. Confira:

01 - Porto Solidão
(Zéca Bahia - Gincko)
02 - Sem terra e sem rei
(Riba - Mário Lúcio)



sábado, 6 de agosto de 2016

Salvador Lorian - Um dia desse acabo tudo (1969)

 Salvador Lorian fez parte do cast da Copacabana no final dos anos 1960
Recebi e agradeço o amigo Aderaldo por enviar o compacto simples do Salvador Lorian, lançado em 1969 pela Copacabana, com as músicas “Um dia desse acabo tudo” e “Se você precisar de um amigo”. A capa acima, que ilustra a postagem, foi baixada na rede, e desconfio que não é a original do disco. Pertence a outro compacto simples do cantor, lançado no ano anterior, com as músicas “Quero saber quem foi” e “Triste despedida”. Vou publicá-la, mesmo diante da minha dúvida, pois o objetivo aqui é mostrar o rosto do intérprete. Ele lançou outro disco em 1968, com ”Eu também sei perder” e “Nossa casa de sonhos, lápis e papel”, músicas que baixei da conta de Valdi Santos no Youtube, e seguem na pasta como bônus. Não encontrei informações sobre o Salvador Lorian, mas é dica pra quem gosta de ouvir raridades da Jovem Guarda. Confira:

01 – Um dia desse acabo tudo
(Ary Mendonça)
02 – Se você precisar de um amigo
(Ricky Ricardo - Paulo Roberto Nizzo)

BÔNUS *

03 - Eu também sei perder 
04 - Nossa casa de sonhos, lápis e papel



COLABORAÇÃO: Aderaldo
FONTE: Conta de Valdi Santos/YouTube *


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Vários artistas - O canário vai cantar (2016)

 Coletânea reúne canções que refletem a paixão do brasileiro pelo futebol
A contagem regressiva zerou. Abrem-se as cortinas para a Olimpíada no Brasil. Apesar da crise econômica, política e social, o evento esportivo começa oficialmente nesta sexta-feira, 5 de agosto, e o Brasil está no foco mundial das atenções. Torço, sinceramente, para que tudo ocorra bem, e que os nossos esportistas consigam muitas medalhas. Pra marcar o acontecimento, vou postar esta coletânea especial, só com músicas relacionadas ao futebol, nosso principal esporte, apesar do desenvolvimento em outras modalidades. A coletânea inclui alguns clássicos, como “Pra frente Brasil”, “A taça do mundo é nossa”, “Na cadência do samba” e outros. Pra dar o clima dos jogos olímpicos, encerrei a seleção com a música “Se ligaê”, que celebra a alegria e o espírito do brasileiro, com Rogério Flausino, Baby do Brasil e Sérgio Mendes. A música é tema da campanha publicitária do Bradesco nessa Olimpíada. Confira:

01 - Jota Quest - Pra frente Brasil
02 - Ivo Meirelles & Funk'n Lata - A taça do mundo é nossa
03 - Skank - É uma partida de futebol
04 - Trio Esperança - Replay (O meu time é a alegria da cidade)
05 - Pery Ribeiro & Wilson Simoninha - Aqui é o País do futebol
06 - Daniela Mercury - Na cadência do samba (Que bonito é)
07 - Marcos Valle - Paz e futebol
08 - Elis Regina - Meio de campo
09 - Jackson do Pandeiro - O rei Pelé
10 - Maria Alcina - Filho maravilha
11 - Ultraje a Rigor - Independente Futebol Clube
12 - Junior - Felicitações ao campeão
13 - Luiz Wanderley - 1 x 1 
14 - Gabriel, o Pensador - Brazuca
15 - João Nogueira - Samba rubro-negro
16 - João Bosco - Gol anulado
17 - Chico Buarque - O futebol
18 - Luiz Américo - Camisa 10
19 - Os Incríveis - O canário vai cantar
20 - Gaviões da Fiel - Mitos e magias na triunfante odisseia da criação
21 - Jorge Ben Jor - Ponta de lança africano
22 - Luiz Ayrão - Meu canarinho
23 - Made in Brazil - Futebol
24 - MC Guime & Emicida - País do futebol
25 - Baby do Brasil, Rogério Flausino & Sérgio Mendes - Se ligaê




quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Vários artistas - Novíssimas bandas de São Paulo

Coletânea envolve nove bandas de rock, soul, punk e até  heavy metal
 Fita cassete com bandas de SP veio encartada na revista Audio News
Finalmente, depois de um longo tempo, voltei a ligar o meu tape deck pra ouvir a fita cassete “Sangue Novo – Novíssimas bandas de São Paulo”, encartado em uma das edições da Revista Áudio News, publicação da Sigla Editora, especializada em som, que circulou nos anos 1990, provavelmente entre 1991 e 1996. A revista, a primeira a encartar CDs como brinde no Brasil, desenvolveu o projeto comercial “Road Music”, no qual contemplava o leitor com uma fita cassete temática em cada edição. Este volume 17 é o único que possuo, e confesso que comprei a revista pelo interesse em ouvir as “novíssimas bandas de São Paulo”. Aproveitei a audição para criar os arquivos em mp3. O áudio tem boa qualidade, se considerarmos que a fonte é fita cassete com mais de 20 anos de uso desde o seu lançamento. A coletânea tem 18 faixas, sendo um jingle da patrocinadora Rocklets e 17 músicas divididas entre nove bandas, algumas muito boas. Confira:

01 - Duplo Instinto - Os mesmos erros
(Nando Barros - Theo Barros)
02 - Duplo Instinto - Imprevisível
(Nando Barros - Theo Barros)
03 - Mama Funk - Todo amor
(Fernando Savaglia - Tom Neto)
04 - Sr. Zus - Verdades e mentiras
(Rogério Sata)
05 - Sr. Zus - Tombo certo
(Rogério Sata - Kaká Borges)
06 - Palhaço - Bebedora de absinto
(Kleber Albuquerque)
07 - Palhaço - Cuja
(Kleber Albuquerque)
08 - Velório da Ratazana - Pense nisso
(Roberto Hedler)
09 - Velório da Ratazana - Glória aos mortos
(Roberto Hedler)
10 - Necromancia - Cold wish
(Marcelo de Castro - Marcos de Castro)
11 - Necromancia - No way out
(Marcelo de Castro - Marcos de Castro - R.Fornero)
12 - Subviventes - Punk rock agitar
(Daniel - Clayton - Abutre)
13 - Subviventes - Violência
(Daniel - Clayton - Abutre)
14 - Yellow Hands - Easy rider
(Ricardo Garcia - Alexandre Poveda - E. Zambeti - D.Norberto)
15 - Yellow Hands - Three minutes
(Ricardo Garcia - Alexandre Poveda - E. Zambeti - D.Norberto)
16 - MX - Ashes do ashes 
(MX)
17 - MX - Torment
(Alexandre da Cunha - Alexandre Gonçalves)
18 - Jingle Rocklets



terça-feira, 2 de agosto de 2016

John Travolta - What Would They Say (CS 1978)

 John Travolta interpreta tema do filme "O menino da bolha de plástico"
No início da carreira, quando se dividia em atuar e cantar, John Travolta participou do filme "O menino da bolha de plástico" ("The Boy in the Plastic Bubble"), drama feito em 1976 para a televisão, dirigido por Randal Kleiser. Baseado em história real, o filme conta a vida de Tod Lubitch (John Travolta), um rapaz com problemas imunológicos criado dentro de uma bolha de plástico, construída pela NASA, para protegê-lo de infecções que poderiam levá-lo à morte. Foi um grande sucesso. Eu mesmo assisti pela TV, e só não me lembrava da trilha sonora, que aqui apresento por meio da colaboração do amigo Laércio, a quem agradeço. O single de 45 RPM, lançado em 1978 pela Polydor na Argentina, traz “Que diriam”, título em espanhol para a gravação em inglês de “What would they say”, interpretada na trilha pelo próprio Travolta. O lado B, “Maldad fácil” ("Easy Evil"), é outra delícia de ouvir. Confira:

01 - What Would They Say (Que dirian)
(Paul Williams)
02 - Easy Evil (Maldad facil)
(Alan O’day)


COLABORAÇÃO: Laércio

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Demétrius - O ritmo da chuva (LP 1964)

Quarto álbum do Demétrius foi reeditado em 1970 com a capa colorida
O internauta que assina como “the hammer” solicitou a música “Minha sina”, incluída neste “O ritmo da chuva”, quarto LP da carreira profissional do Demétrius, produzido em 1964. Achei melhor oferecer o disco na íntegra porque o repertório é de primeira: a começar pela música que abre e dá título ao LP, o maior sucesso da carreira do cantor, e também por nele incluir “A bruxa”  e “Estou louco”, ambas de Demétrius e Baby Santiago, composições de destaque da fase embrionária do rock brasileiro. As curiosidades do disco são representadas pelas versões “Uma lágrima no rosto” (“Una lacrima sul viso”, sucesso do Bobby Solo), “Despenteada” (“Despeinada”, do Palito Ortega) e “ Que fazer” (“Oh, Lonesome me”, hit do Don Gibson). Este exemplar, com a foto da capa colorida, é da reedição do álbum feita pela Discolar/Continental em 1970. O capa original, de 1964, é em preto e branco, mas o conteúdo do disco é o mesmo. Confira:

01 - O ritmo da chuva (Rhythm of the rain)
(John Gummoe - vs: Demétrius)
02 - A bruxa
(Demétrius - Baby Santiago)
03 - Quase chorei
(Rossini Pinto)
04 - Que fazer (Lonesome me)
(Don Gibson - vs: Demétrius - Albert)
05 - Minha sina
(Demétrius)
06 - Estou louco
(Baby Santiago - Demétrius)
07 - Selado com um beijo (Sealed with a kiss)
(Uddel - D. Ramos - vs: M. Bastos)
08 - Sem timão (Sin timon)
(P.Ortega - D. Ramos - vs: T. Pavão - Demétrius)
09 - Quisera ser amado (I want to be loved)
(Bailes Bros - vs: J.Fortuna)
10 - Uma lágrima no rosto (Una lacrima sul viso)
(Lunero - Mogol - vs: Fred Jorge)
11 - Garota engraçada (Ninera nueva ola)
(P. Ortega - C. Novarro - vs: Carmem Garcia)
12 - Despenteada (Despeinada)
(P. Ortega - C. Novarro - vs: M. Cristofani)



sábado, 30 de julho de 2016

Nicoletti com The Hells - Minha vida é você (CS s/d)

Compacto simples com músicas autorais foi lançado pela Lenc Discos
 
O que eu posso escrever sobre este compacto simples do cantor e compositor Nicoletti? É mais um disco que o amigo Aderaldo, a quem agradeço, retira direto do seu baú de relíquias. Pra começar, não conheço o artista, e menos sei sobre a gravadora, a Lenc Discos. No single, Nicoletti interpreta duas músicas de sua autoria, ambas com o acompanhamento do grupo The Hells, sob direção artística de Cantineiro e musical de Wanderley J. Alves. O disco infelizmente não informa o ano da produção, mas deve ser do tempo da Jovem Guarda, na segunda metade dos anos 1960, e um dos indícios é o uso da palavra “conjunto”, comum na época para se referir ao grupo ou banda, no agradecimento impresso na contracapa aos músicos que participaram da gravação. Confira:

01 - Minha vida é você
(Nicoletti)
02 - A cartinha
(Nicoletti)



COLABORAÇÃO: Aderaldo


sexta-feira, 29 de julho de 2016

The Sunshines - Você não vem mais (CS 1971)

 Último disco da banda foi produzido em 1971 pela gravadora Continental
Salvo engano, este deve ser o último disco do grupo The Sunshines, que iniciou a carreira na gravadora Musidisc em 1966, e fez sucesso no ano seguinte, na CBS, com a música “O último trem”, versão de “Last train to Clarkville”, hit da banda The Monkees. Com o fim da Jovem Guarda, o interesse da gravadora por músicos do movimento diminuiu, e a banda se transferiu para a Equipe, onde gravou em 1969 o single com as músicas “Fique longe de mim” e “Pare de me seguir”, sendo que o último disco que se tem notícia é este compacto simples gravado em 1971 na Continental. A banda ainda ensaiou um retorno em 1999. Fez shows, planejava lançar um CD de inéditas, e não deu mais notícias. Confira:

01 – O meu Lulu
(Alfeu Ramon da Silva – J. Afonso Guedes)
02 - Você não vem mais
(Sérgio Trade – Alvaro Soares)




quinta-feira, 28 de julho de 2016

The Beggers - Metamorfose (EP Sem data)

Compacto duplo de meados dos anos 1960 foi produzido pela Leão Disc 
Estava organizando velhos arquivos e me deparei com este compacto duplo do grupo The Beggers, produzido pela Leão Disc, pequena gravadora que tinha escritório comercial num prédio da rua São Bento, no centro de São Paulo, em meados dos anos 1960. O EP, lembro-me bem, foi postado pelo amigo Luiz Fernando, a quem agradeço, na Comunidade MC&JG, ainda no tempo do Orkut. Achei interessante resgatá-lo. O disco é raro, e tem a sonoridade do rock de garagem do final dos anos 1960. Confira:

01 - Estes homens farrapos
(Walter R.B. da Silva - Telsuo Kamada - Roberto Jacow)
02 - We're going, to aid you
(Mario C. de Camargo - Manuel J. de L. Tarouca)
03 - Marily, Marily
(Walter R.B. da Silva - Manuel J. de L. Tarouca)
04 - Quero viver em paz
(Manuel J. de L. Tarouca)


FONTE: Luiz Fernando



quarta-feira, 27 de julho de 2016

Vários artistas - Jovem Guarda Instrumental - Vol. IV

Repertório apresenta 25 bandas em gravações originais dos anos 1960
Quer reviver o som que rolava no bailinho de garagem dos anos 1960? Se esse é o seu objetivo, a dica é baixar este quarto volume da série Jovem Guarda Instrumental. É seleção pra mandar aumentar o som. O repertório reúne 25 bandas dos anos 1960, em suas gravações originais da época, com muito twist, surf music, rock e som pra ninguém ficar parado na pista. A seleção tem bandas famosas, como Jordans, Jet Blaks, Incríveis, Renato e seus Blue Caps e outras que dispensam apresentação, mas as menos conhecidas mantêm o baile aquecido, como Os Megatons, Luizinho e seus Dinamites, Peruzzi e sua Banda Jovem, e outras que - 50 anos depois - acendem a "brasa, mora!'. Confira:


01 - The  Jordans - Peter Gunn
02 - The Pop's - Hit hop
03 - The Rebels - Let's go
04 - Os Megatons - Torture
05 - Os Incríveis - Candy dancer
06 - The Angels - 36-24-36
07 - Luizinho e seus Dinamites - Bongo blues
08 - The Jet Blacks - Fire ball mail
09 - Nin and Your Boys - The twist
10 - Brazilian Boys - Home of range
11 - Jacildo E Seus Rapazes - My black cat
12 - Peruzzi e Sua Banda Jovem - Mister Z
13 - Renato e seus Blue Caps - Fruit cake
14 - Corisco - Sgt. Pepper's Lonely
15 - The Flyers - Le Ciliege
16 - Os Tigres - I was kaiser Bill's Batman
17 - Brasa 6 - Swing safari
18 - The Jones - Secret agent man
19 - Nicholas E Seu Conjunto - O pica-pau
20 - Os AAAlucinantes - Erva venenosa
21 - The Bells - The park hood twist
22 - Os Espaciais - Walk don't run '64
23 - The Black Boys - Walkin's
24 - Os Terríveis - Tijolinho
25 - Os Balanceiros - História de um homem mau


domingo, 24 de julho de 2016

Los Increibles - Os Incríveis na Argentina (LP 1965)

Sob pseudônimo, banda lança álbum na Argentina pela gravadora CBS
 
Sei que este disco do grupo Los Increibles, pseudônimo usado pelo conjunto The Clevers /Os Incríveis em temporada na Argentina em meados dos anos 1960, não é raridade na rede, mas vou postar mesmo assim. Pode ser novidade para alguns visitantes. O meu exemplar é de CD genérico, comprado em feira de vinil, e fiz o possível para oferecer arte gráfica com melhor qualidade, apesar da baixa resolução das peças originais. Com base nelas, do LP, montei as imagens para CD que estão na pasta com o áudio desse disco argentino.

O álbum é interessante na história do grupo porque marca o fim da primeira fase na carreira, conduzida pelo radialista e empresário Antonio Aguillar, detentor da marca The Clevers na época, com quem rompeu relações profissionais em 1965, quando a banda adotou o nome definitivo após retorno ao Brasil. Comentava-se, na época, que a banda permaneceria na Argentina, onde fazia sucesso, com agenda concorrida, e esse foi um dos motivos que levou Aguillar a criar um novo grupo, The Flyers. Na Argentina, por usar pseudônimo em mercado neutro, entendo que a banda teve a liberdade de gravar este LP na CBS/Sony em 1965, ano em que ainda pertencia no Brasil ao cast da Continental, logo trocada pela RCA Victor, onde consolidou a segunda fase de sua trajetória, marcada pelo fim da primeira formação da banda The Clevers, e a adoção da nova identidade: Os Incríveis. Por tudo isso, aliado ao talento dos músicos, o disco argentino é dica pra conhecer. Ao ouvi-lo, considere que foi produzido para os nossos "hermanos" em 1965, ano da exibição do primeiro programa Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos na TV Record de São Paulo. Confira:

01 - Oleoducto (Pipeline
02 - Kiddy Kiddy Besame 
03 -  Risueño (Tic Ti Tic)
04 - En la Ciudad (Downtown
05 - Peter Gunn
06 - Te Estas Poniendo Negra (Sei Diventata Nera)
07 - Tierra Maravillosa (Wonderful Land
08 - Es Inutil (E Inutile
09 - Veneno
10 - Donde Fue Nuestro Amor
11 - Cabalgata (Cavalgada) 
12 - Macaca Foo


sábado, 23 de julho de 2016

Eduardo Araújo - Coletânea Especial (2016)

 Eduardo Araújo é um dos pioneiros do rock e da soul music no Brasil 
O cantor e compositor Eduardo Araújo comemora hoje 74 anos. É o momento em que festeja também 55 anos de estrada profissional, se computarmos 1961 na contagem como o pontapé inicial em que a pavimenta. Foi quando gravou o primeiro disco, um 78 RPM, pela Philips. Em homenagem, mais que justa, vou postar esta coletânea especial, preparada com esmero pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração. O repertório inclui grandes sucessos e gravações de outras fases da carreira, pautada especialmente pelo rock, soul e country music. A seleção ainda traz curiosidades, como “Segura que este touro é bom”, versão de “Proudy Mary”, sucesso do Creedence Clearwater Revival com participação no vocal do norte-americano Gene Fireball, e “A minha vez de negar”, versão de “A whiter shade of pale”, hit da banda britânica Procol Harum. O destaque é a faixa “Nem sim, nem não”, de um obscuro compacto simples de 1968, na qual conta com a especial participação, em sua estreia no disco, do Lenny Gordin, que logo se consagraria como um dos melhores guitarristas do Brasil.

Eduardo Oliveira Araújo, seu nome de batismo, nasceu na cidade mineira de Joaíma em 23 de julho de 1942. Filho de fazendeiro, começou a carreira no final dos anos 1950 e participou da banda "The Playboys". Em 1960, se mudou para o Rio de Janeiro, e passou a participar do programa de televisão "Hoje É Dia de Rock", apresentado por Jair Taumaturgo, e também no "Clube do Rock", comandado por Carlos Imperial. “Diana me deixou” e “Deixa o rock” são suas primeiras gravações no disco de 1961, ainda na fase pioneira do rock doméstico. O sucesso nacional veio em 1967, quando lançou “O bom” e “Vem quente que estou fervendo”, gravada também pelo Erasmo Carlos. Pelo sucesso, comandou programa na TV Excelsior, e o ano de 1969 é marcado por dois fatos: o casamento com a cantora Sylvinha e o lançamento do LP de soul music "A Onda é Boogaloo". Curiosidade, no disco, é a faixa "Você" , música "mela-cueca" preterida por Roberto Carlos, que optou por gravar "Não vou ficar" na hora de selecionar o repertório do seu LP naquele ano. Esse disco do Eduardo foi produzido pelo autor da canção, Tim Maia, que inventou a expressão "música mela-cueca" e popularizou "Você" a partir de 1971, quando a incluiu em seu segundo LP, lançado pela Polydor.

Com o fim da Jovem Guarda, Eduardo gravou discos influenciados pela psicodelia e o rock progressivo, época em que recriou canções de compositores como Ary Barroso, Pixinguinha e Luiz Gonzaga, entre outros, e fez sucesso com “Ave Maria no morro”, de Herivelto Martins. A partir dos anos 1980, passou a gravar com influências da música country e do country rock, mantendo o estilo nos anos 1990, período em que apresentou dois programas de TV, "Pé na na estrada" (exibido pelo SBT) e "Brasil Rural" (pela TV Bandeirantes). Nos anos 2000, passou a dedicar-se a gravadora Number One, fundada por ele e Sylvinha. Às vésperas de comemorar Bodas de Rubi/Esmeralda (completaria 40 anos de união em 2009) o casal lança DVD revival da Jovem Guarda, mas a divulgação foi interrompida pela morte da parceira em 25 de junho de 2008, vítima de câncer de mama. Em 2014, lançou DVD com participações de Sérgio Reis, Renato Teixeira e Victor & Leo. Gravou vários discos em sua carreira, e continua na ativa. Eduardo Araújo está na minha lista de artistas que merecem melhor atenção do público. A presente coletânea é apenas um aperitivo pra conhecer sua obra. Quem ouve compreende porque até hoje é conhecido como "O Bom". Ouça. Sei que vai gostar:

01 - Ave Maria no morro
02 - Primeiro lugar
03 - Com muito amor e carinho
04 - Ao raiar de um novo dia
05 - Deixa de banca (Les Cornichons)
06 - Segura que este touro é bom (Proud Mary)
(com Gene Fireball no vocal)
07 - Viva o divórcio
08 - A minha vez de negar (A Whiter Shade Of Pale)
09 - Pense na verdade
10 - Goiabão
11 - Você
12 - Lucilla (Lucille)
13 - Se eu gosto de você, e você gosta de mim
14 - Dez Anastácias
15 - Mona Lisa (Mona Lisa)
16 - Golpe do baú
17 - Boi Barnabé
18 - Coisa linda
19 - Amor escuro
20 - Me dê um beijo meu bem
21 - Pra nunca mais chorar
22 - Adeus amor, adeus
23 - Pra saber
24 -  Pot-pourri:
Chuá, chuá - De papo pro ar - Maringá
25 - Nem sim, nem não
(com Lanny Gordin na guitarra & Peruzzi e sua Banda Jovem)
26 - Cantor de iê-iê-iê


COLABORAÇÃO: Aderaldo


sexta-feira, 22 de julho de 2016

The Flyers - Twist And Shout (LP 1965)

 Único LP da banda, criada por Antonio Aguillar, foi gravado na RCA Victor
Depois de receber do amigo Laércio o LP “Reino da Juventude”, postado ontem, lembrei-me deste álbum do grupo The Flyers, presente na coletânea produzida pelo radialista Antonio Aguillar. Tenho o áudio do disco e constatei, após pesquisa na rede, que foi baixado do extinto blog do João Pimentel, sendo que as ilustrações são do blog da Lúcia Zanetti, especializado em Jovem Guarda. Achei interessante apresentá-lo aqui, pois trata-se de disco raro, que revela o talento dos músicos e interessará aos colecionadores. O álbum, único gravado pelo grupo, foi lançado em 1965 pela RCA Victor, onde a banda chegou a fazer o acompanhamento em gravações de discos de artistas do cast, como o compacto simples do Ronnie Cord, produzido em 1964, com as músicas “Boliche legal” e “Hippy hippy shake”.

O grupo, que aparece na foto ao lado, em apresentação do Carlos Gonzaga, foi criado por Aguillar para ser o sucessor da banda The Clevers (depois Os Incríveis), que estava na Argentina, onde gravou um LP, e havia o boato de que não voltaria ao Brasil. Era formado por Riverte de Oliveira Santos (Lumumba) ao saxofone, Walfrido Costa Filho (Pulinho) na bateria, Vicente Ferrer Juan (Fafá) no contrabaixo, Guilherme Dotta (Tico) na guitarra-base, e João Fernandes da Silva Borges de Miranda (Patinho) na guitarra-solo. Após este LP, o grupo encerrou as atividades, sendo que o guitarrista Tico (ex-Os Rebeldes, do qual Jerry Adriani fez parte) se transferiu para o The Jet Blacks e o saxofonista Lumumba integrou a banda do Roberto Carlos. Segundo consta, os dois músicos já faleceram, assim como Fafá e Pulinho. O solista Patinho tem paradeiro desconhecido. Confira o disco:

01 – Happy Birthday To You
02 – Le Ciliege
03 – ( Dance With The ) Guitar Man
04 – Werewolf
05 – Canção Do Amor Perdido
06 – La Spagnola
07 – Sul Cucuzzolo
08 – Honky Tonk Song
09 – Love Goodess Of Venus
10 – Twist And Shout
11 – Il Surf Delle Mattonelle
12 – Flyers Surf

ACERVO: João Pimentel


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Vários intérpretes - Reino da juventude (LP 1964)

 
Reino da Juventude foi atração da TV Record, comandada por Antonio Aguillar
Este “Reino da Juventude”, LP lançado em 1964 pela Continental, é oriundo do programa homônimo de televisão, exibido aos sábados à tarde pela TV Record. A atração televisiva era apresentada por Antonio Aguillar, famoso radialista, fotógrafo, redator e empresário, responsável por lançar novos valores da música jovem, como os artistas presentes nesta coletânea. Agradeço ao amigo Laércio por enviar mais este raro disco, que traz as primeiras gravações de artistas como Os Vips (The Vips, na época), Sérgio Reis, Marcos Roberto, Dick Danello, Orlando Alvarado, Luiz Antonio (que mais tarde se destacou como Tony Bizarro, da dupla Tony & Frankie) e outros. As duas cantoras, Sidnéia e Marly, foram companheiras da Meire Pavão no extinto Conjunto Alvorada, e logo abandonaram a carreira. Confira:

01 - The Flyers - Reino da juventude (com locução de Antonio Aguillar)
(Aguillar - Mingo)
02 - Marcos Roberto - Canção do amor perdido
(Aladim)
03 - Marly - Eu sei
(Udell - N.Aquaviva - vs: Fred Jorge)
04 - Orlando Alvarado - Todo és amor
(Palito Ortega - Dino Ramos)
05 - Renê Dantas - Soninha
(Marcos Roberto)
06 - Sérgio Reis - Ó mio signore
(Mogol - Vianello)
07 - Túlio e os Hitch-Hikers - I got a woman
(Ray Charles)
08 - Dick Danello - Solo due righe
(Scarpone - Conci - Falella)
09 - Sidnéia - Estamos tristes
(Palito Ortega - Dino Ramos)
10 - Tony Dilson - Pobre milionário
(Adles - Ross - vs: Fred Jorge)
11 - The Vips - Tonight
(Antonucci)
12 - Luiz Antonio - Primeira estrela
(E. Pomusi - Mort Shuman - vs: Fred Jorge)


COLABORAÇÃO: Laércio



quarta-feira, 20 de julho de 2016

Grande Parada Brasil - Outubro de 1971 (EP)

 EP produzido pela Continental traz duas raras gravações do The Jet Blacks
 
No início dos anos 1970, a gravadora Continental lançou a série de compactos duplos “Grande Parada Brasil”, com os quatro principais sucessos do mês, interpretados por artistas do cast. Na falta dos registros originais, de outras gravadoras, a solução foi apelar para os covers. Um exemplo foi este EP, de outubro de 1971, com Dimas Camargo, intérprete de “Mas que doidice” (sucesso na voz da Maria Creusa) e Noite Ilustrada, cantando “Independência ou morte”, hit do Zé Di. O destaque é o grupo The Jet Blacks, com duas músicas do VI Festival Internacional da Canção (FIC): “Kyrie”, primeira colocada, defendida originalmente pelo Trio Ternura, e “Desacato”, terceira colocada, gravada pela dupla Antonio Carlos e Jocafi.

As duas músicas do festival, realizado no Rio de Janeiro, também foram lançadas em raro compacto simples com erro de impressão na capa (veja na foto ao lado), dando a “Desacato” o segundo prêmio, conquistado na verdade por “Karany Karanue”, da dupla José de Assis e Diana Camargo. Segundo o blog Jatos Negros, o grupo The Jet Blacks nesse disco é formado por Oscar (contrabaixo), Mário Lúcio (guitarra base), Florindo (teclados), Ary (ex-The Bells, bateria e vocal) e Marco “Porquinho” Aurélio (ex-The Jordans, guitarra solo e vocal). Foram as últimas gravações da banda, que só retornou ao disco 11 anos depois, em julho de 1982, quando lançou o LP da série Gala Super, pela Som Livre. Confira o EP:

01 - The Jet Blacks - Desacato
(Antonio Carlos - Jocafi)
02 - Dimas Camargo - Mas que doidice
(Antonio Carlos - Jocafi)
03 - Noite Ilustrada - Independência ou morte
(José Di)
04 - The Jet Blacks - Kyrie
(Paulinho Soares - Marcelo Silva)