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sábado, 27 de maio de 2017

Hearts of stone - Brasilian 60's Beat & Garage (CD)

 Compilação em CD da trilogia  produzida na Alemanha traz 12 faixas bônus
O internauta Jurandir viu a postagem dos três LPs independentes (aqui) da série “Hearts of stone - Brasilian 60's Beat & Garage”, produzida na Alemanha, e me informou que também foi lançada uma compilação em CD. Por isso, ele me enviou a coletânea, e agradeço pela colaboração, contendo 26 músicas, sendo 14 extraídas dos dois primeiros volumes, como informa texto em destaque na contracapa, e 12 faixas bônus, não incluídas na trilogia em vinil. Nota-se, assim como nos LPs, que a qualidade do áudio não é a mesma para todas as faixas. A variação é grande. Isso é compreensível, se considerarmos que as músicas foram gravadas em estúdios de diferentes gravadoras, muitas de pequeno porte, sem os recursos de uma multinacional. Desconfio que parte das faixas foi remasterizada a partir do próprio vinil. Independente disso, o importante é constatar que o rock produzido no Brasil nos anos 60 gera interesse, e agrada o público no exterior até hoje. Confira:

01 - Os Baobás - Pintada de preto (Paint in black)
02 - Os Brasas - Mulher rendeira
03 - The Beezoons - Treat her right
04 - The Bubbles - Não vou cortar o cabelo (Break It All)
05 - Analfabitles - Sunny side up
06 - Os Jovens - Sofrendo por amor (Suffering for love)
07 - The Blackstones - Os monstros
08 - Renato e seus Blue Caps - Vivo só (For your love)
09 - The Beatniks - Outside chance
10 - Top Five - Esqueces que te amei (Forget that I loved you)
11 - Os Jovens - Se você contar (Try to hard)
12 - Os Baobás - Down down
13 - Luizinho e seus dinamites - Choque que queima
14 - The Brazilian Bitles - Filhinho do papai (Spoilt young man)

BÔNUS

15 - Os Brasas - Eu tentei fazer você feliz
16 - Codigo 90 - Tempo inútil (Wasted time)
17 - Os Metralhas - California dreaming
18 - Wanderléa - Rei da brotolândia
19 - Os Tremendões - Vem quente que eu estou fervendo
20 - Mustangs - Love me do
21 - The Brazilian Bitles - Gata
22 - Os Baobás - Bye bye my darling
23 - The Fevers - Não vivo na solidão (I can't live alone)
24 - Os Tremendões - Meu bem não me quer
25 - Os Metralhas - Aqui sem você (Here without you)
26 - Os Tremendões - Secret agent man


COLABORAÇÃO: Jurandir



sexta-feira, 26 de maio de 2017

Cléo Galante - Coletânea Especial (2017)

 Repertório traz os sucessos "Ninguém pode entender" e "Ah! Se eu soubesse"
Uma dúvida que não sei esclarecer diz respeito à grafia correta do nome do cantor e compositor Cléo Galante. Ou seria Galanth? Os dois sobrenomes aparecem impressos em discos do artista, que infelizmente é esquecido pela mídia, e nada se encontra na rede sobre sua biografia e discografia. Independente disso, aqui está uma coletânea especial, com 26 gravações, montada pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração. A seleção inclui os sucessos “Ah! Se eu soubesse”, bem apreciada pelos fãs de samba rock, e “Ninguém pode entender”, muito executada nas emissoras de rádio em 1975, além de várias canções igualmente boas que não conhecia. Confira:

01 - Ninguém pode entender (Quando Alguém Se Apaixona)
02 - Aconteceu
03 - Ah! Se eu soubesse
04 - Tome cuidado
05 - Está bem, que é que tem
06 - Meio avacalhado
07 - Eu sei que gosto de você
08 - Eu vou casar (Vou Casar)
09 - Minha amada namorada
10 - Frases e balanço
11 - Truque (Eu E Tu)
12 - Tem dó
13 - Pare, olhe, pense
14 - O que eu quero (É Só Isso Que Eu Quero)
15 - Um sorriso e tudo passa
16 - Hei de vencer
17 - Sonhei e acordei
18 - Desse jeito não tem jeito
19 - Eu não sabia
20 - Amor em dois atos
21 - Você vai ver (Você Vai Ver Que Eu Tenho Razão)
22 - A última esperança
23 - Mudando de assunto
24 - O mundo igual de cada um
25 - Não sei se vou ou fico
26 - Até quando

COLABORAÇÃO: Aderaldo





quinta-feira, 25 de maio de 2017

The Spotnicks in Tokyo (LP 1966)

 Grupo instrumental de origem sueca teve trajetória de sucesso entre 1961 e 2014
Hoje, dia especial de aniversário do blog, apresento o álbum “The Spotnicks in Tokyo”, lançado no Japão em 1966 pela Polydor, que certamente agradará aos apreciadores de música instrumental, semelhante ao The Shadows e The Ventures, grupos que influenciaram muitos conjuntos brasileiros nos primórdios do rock. O lado A traz canções de autores japoneses, e o B apresenta músicas famosas, como as clássicas “In the mood” e “San Antonio Rose”, entre outras. O álbum é delicioso de ouvir. Apesar de pouco conhecida no Brasil, a banda de origem sueca fez muito sucesso no exterior e, de acordo com dados da Wikipedia, lançou 42 álbuns e vendeu mais de 18 milhões de discos.

O grupo, que também tem gravações com vocais, se originaram de um duo formado em 1956 por Bo Starander (nascido em 11 de março de 1942, guitarra rítmica e vocais ) e Björn Thelin (nascido em 27 de junho de 1942). Eles se juntaram ao guitarrista Bo Winberg (nascido em 27 de março de 1939) em 1957 e, no ano seguinte, adicionaram o baterista Ove Johansson (nascido em 30 de março de 1940), ocasião em que mudou seu nome de "Rock-Teddy and the Blue Caps" para "The Frazers". Assinaram  contrato de gravação em 1961, e mudou seu nome para "The Spotnicks", inspirado no satélite russo, e logo se tornaram o primeiro grupo sueco a ter sucesso internacional significativo.

Nessa época, os músicos começaram a se apresentar com trajes espaciais (conforme foto acima), e se diferenciaram dos demais grupos. Um dos maiores sucessos da banda foi “Amapola” (também gravada pelo Roberto Carlos), lançado em 1963, e tornou-se obrigatório em suas apresentações. A música foi tão executada pelo grupo ao longo dos anos que, em 1982, num gesto de clemência, lançou o LP “We Don't Wanna Play Amapola No More” (na foto ao lado). O grupo, em sua trajetória, mudou sua formação várias vezes, mas Winberg continuou a liderar a banda, e em 2013 - ainda de acordo com a Wikipedia - teria anunciado sua excursão final, terminando em maio de 2014. Confira o LP:

01 - Ode To Dawn
(T. Izumi - T. Iwatani)
02 - Crying In A Storm
(Y. Nakajima - R.H. River)
03 - Lonesome Port
(H.Hayakawa - T. Satsuma)
04 - Memory Of Summer
(D. Suzuki)
05 - Happy Silence
(H. Miyagawa - K. Yasui)
06 - Look Up To The Evening Star
(T. Izumi - B.G.Edling - R. Ferneborg)
07 - The Old Love Letters
(H.Hayakawa)
08 - Le Dernier Train De L'espace
(Raisner)
09 - San Antonio Rose
(Bob Wills)
10 - La Rosita
(Dupont)
11 - Bye Bye Birdie
(Adams - Strouse)
12 - Habanera
(Gusten - Winberg)
13 - Trambone
(Atkins)
14 - In The Mood
(Joe Garland)



SintoniaMusikal completa cinco anos de atividades

Balanço geral é de 1.400 postagens, 204 seguidores e 2,6 milhões de page views 

Hoje, 25 de maio, o SintoniaMusikal completa cinco anos de atividades. Entre trancos e barrancos, o blog chega nesta data com 1.400 postagens, 204 seguidores, 2,6 milhões de page views e poucos comentários dos internautas. Não imaginei que, ao colocá-lo no ar - ainda na época do Sanduíche Musical, embrionário da página atual, em 2011 - teria fôlego e ânimo pra mantê-lo por tanto tempo, considerando que nesse período muitos blogs surgiram, e parte deles já foi desativada por iniciativa própria ou por intervenção dos detentores dos direitos autorais. A sobrevivência até agora se deve não só a minha persistência e teimosia, mas também contribui a generosidade dos colaboradores mais assíduos, como os amigos Aderaldo, Laércio, Miguel e Geraldo, aos quais não canso de agradecer. A data, enfim, não é de festejo, mas não custa lembrá-la, e apagar as cinco velinhas do bolo. Saúde para todos!!!



quarta-feira, 24 de maio de 2017

Vários intérpretes - 14 Maiorais - Vol. 20 (LP 1974)


Seleção traz sucessos dos principais artistas contratados da gravadora Copacabana
Iniciada em 1962, após o sucesso do projeto “As 14 Mais”, lançado no início dos anos 1960 pela CBS/Sony, a série “14 Maiorais”, da Copacabana,  também se transformou numa das mais populares coletâneas da discografia brasileira. A compilação teve mais de 20 volumes e chegou a produzir dois álbuns por ano, contendo os recentes lançamentos da gravadora. Este é o 20º volume, de 1974, e foi enviado pelo amigo Miguel, a quem agradeço pela colaboração. O álbum apresenta os principais nomes do cast, com destaque para Wanderley Cardoso, Angela Maria, Moacyr Franco, Nelson Ned, Agnaldo Rayol, Silvana e outros. O post traz a gravação de “Homem de Nazareth”, grande sucesso na interpretação do Antonio Marcos, na voz do autor da música, Cláudio Fontana, em dose dupla, a original da época, e em faixa bônus, uma regravação feita posteriormente com letra atualizada. Confira:

01 - Wanderley Cardoso - Minha namorada
(Roberto Correa - Jon Lemos)
02 - Moacyr Franco -  Mau mau
(Fernando Cesar - Moacyr Franco)
03 - Luiz Carlos Clay - Laura
(Antonio Carlos - Jocafi)
04 - Angela Maria - A noite e a despedida
(Beto Scala - J.Ribamar)
05 - Agnaldo Rayol - Vai... Não olhe p'ra traz (I'll be fine)
(Anthony - C. George - vs: Katia Maria)
06 - Almir Rogério - Querida, querida
(Rogério)
07 - Claudio Fontana - O homem de Nazareth
(Claudio Fontana)
08 - Nelson Ned - Parabéns, parabéns querida
(Claudio Fontana)
09 - Zelita - É você (Eres tu)
(Juan Carlos Calderon - vs: Tony)
10 - Silvana - Fumando Espero
(J. Viladomat - Felix Garso - vs: Eugênio Paes)
11 - Fred Rovella - Eu sou o que sempre quis ser (Yo soy un pocco de los dos)
(Sam - Danny Pat)
12 - Marco Aurélio - Separados (Les divorcês)
(M. Delpech - J.M. Rivat - R. Vincent - vs: Marcos Ficarelli)
13 - Luiz Eugênio - Não dou colher
(Luiz Eugênio)
14 - Anísio Silva - Lembrança
(José Fortuna)

BÔNUS

15 - Claudio Fontana - O homem de Nazareth 
(Claudio Fontana)

COLABORAÇÃO: Miguel





terça-feira, 23 de maio de 2017

Jorge Ben Jor - Charles Anjo 45 (LP 1969)

 Sexto álbum do Jorge Ben Jor oferece repertório recheado de grandes sucessos
O que escrever para apresentar este que é, na minha opinião, um dos melhores discos do Jorge Ben Jor? Lançado em 1969, ainda na época em que assinava como Jorge Ben, o LP se mantém atual, moderno, e nem parece que foi produzido há quase 50 anos. O disco, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, é recheado de sucessos, como "País tropical", "Que pena", "Cadê Teresa?", "Charles Anjo 45" e "Bebete vãobora". O álbum é o sexto de sua discografia, sendo que o anterior, “O Bidu – Silêncio no Brooklin”, de 1967, quando flertou com a Jovem Guarda, foi responsável pelo nascimento do Jovem Samba, espécie de protótipo do Samba Rock, tão incorporado neste LP, que parece um best of. É pra ouvir da primeira até a última faixa, e pedir bis. Confira:

01 - Crioula
(Jorge Ben)
02 - Domingas
(Jorge Ben)
03 - Cadê Tereza
(Jorge Ben)
04 - Barbarella
(Jorge Ben)
05 - País tropical
(Jorge Ben)
06 - Take it easy my brother Charles
(Jorge Ben)
07 - Descobri que sou um anjo
(Jorge Ben)
08 - Bebete vãobora
(Jorge Ben)
09 - Quem foi que roubou a sopeira de porcelana 
chinesa que a vovó ganhou da baronesa?
(Jorge Ben)
10 - Que pena (Ela já não gosta mais de mim)
(Jorge Ben)
11 - Charles Anjo 45
(Jorge Ben)

COLABORAÇÃO: Laércio


Aviso para quem não consegue baixar no Minhateca

Tenho recebido queixas de internautas que ainda não conseguem baixar no Minhateca, servidor onde centenas de discos do blog estão armazenadas. Muitos alegam que, apesar do anúncio de download gratuito e ilimitado, feito pelo site no início deste mês, a cobrança ainda existe. Para evitar novas reclamações, achei por bem fazer este post, destacando comentário redigido no blog pela Equipe Minhateca no último dia 11. A empresa esclarece que, pra baixar no Minhateca, é preciso criar uma conta de usuário, e coloca o e-mail contato@minhateca.com.br à disposição para assistência técnica, caso o problema persista. Espero que, com esta postagem em destaque, a questão seja definitivamente resolvida.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Vários intérpretes - A grande parada - Vol. 5 (1976)

 
 Quinto volume da série apresenta principais lançamentos da Beverly em 1976
A série de LPs “A grande parada”, coletânea de seis volumes da Beverly, iniciada em 1971, fica completa no blog com a postagem deste exemplar, graças a generosa colaboração do amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração. O quinto volume, lançado em 1976, apresenta os principais lançamentos da gravadora, como “Quero ver você feliz”, interpretado pelo saudoso Paulo Sérgio, maior sucesso do disco. O álbum também traz canções como “Vem me fazer feliz” (Angelo Máximo), “A paz que nasceu pra mim” (Wando), “Um romance que ninguém leu” (Reginaldo Rossi), “Vem” (Sueli) e “Olhando estrelas”, releitura de Gilberto Reis para música gravada em 1961 por Roberto Carlos em seu primeiro LP, entre outras. Uma das curiosidades é “Vou partir”, versão gravada por Roberto Barreiros do original “Tu t'an vas”, famosa no Brasil como “Não se vá”, hit do casal Jane & Herondy. Confira:

01 - Paulo Sérgio - Quero ver você feliz
(Paulo Sérgio – Carlos Roberto)
02 - Sueli - Vem
(Marcos Roberto)
03 - Roberto Barreiros - Vou partir (Tu t'an vas)
(Alain Barrière – Noelle Cordier – Versão: Fred Jorge)
04 - Reginaldo Rossi - Um romance que ninguém leu
(Reginaldo Rossi)
05 - Dino Rossi - I love you
(Dino Rossi – Marcos Lago)
06 - Pinduca - Tia Luzia, Tio José
(Pinduca – João)
07 - Wando - A paz que nasceu pra mim
(J. Velloso – Andó)
08 - Angelo Máximo - Vem me fazer feliz
(Juliano Rivas – Ângelo Máximo)
09 - Os Carbonos - Pombinha branca
(Silvia Boarato – Murano)
10 - Gilberto Reis - Olhando as estrelas (Look for a star)
(Michael Antony – Versão: Paulo Rogerio)
11 – João da Praia – Sargento Bernedito
(Dito Clay)
12 – Marinela – Carimbó da Vila do Mosqueiro
(Tony Wilson)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Magazine - Na Honestidade (CD 2002)

 CD lançado pela Trama traz uma mistura de punk e rock dos anos 1970/80
Foi com tristeza que recebi a noticia da morte do cantor, apresentador e radialista Kid Vinil, aos 62 anos, na tarde desta sexta-feira, 19, em São Paulo, depois de passar mais de um mês internado. Ele passou mal após um show em Conselheiro Lafaiete, em Minas, e foi levado a um centro médico da cidade. Depois, foi transferido de helicóptero para o Hospital da Luz, na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. Em seguida, foi para o Hospital TotalCor, onde morreu. O artista era diabético e sofreu uma parada cardíaca no dia 16 de abril. Ele chegou a ser colocado em coma induzido. Antes de passar mal, o artista participava de um projeto com outros cantores da década de 1980, como Ritchie e Kiko Zambianchi.

Antônio Carlos Senefonte, seu nome de batismo, nasceu em Cedral, no interior de São Paulo, em 10 de março de 1955. Com o apelido Kid Vinil, ele se destacou com trabalhos como cantor, radialista, jornalista, VJ e DJ. Obteve fama no cenário do rock nacional nos anos 80 com a banda Magazine (na foto ao lado), anteriormente chamada de Verminose. Ted Gaz, Lu Stopa e Trinkão completavam o grupo, que fez sucesso com as músicas "Tic Tic Nervoso", “Sou Boy” e “A Gata Comeu”. Kid saiu e retornou para a banda várias vezes, sempre com projetos musicais paralelos, como o Kid Vinil e os Heróis do Brasil e o Kid Vinil Xperience. Seu último trabalho, o EP Kid Vinil Xperience, foi lançado em 2014.

Em sua homenagem, vou postar este CD do Magazine, “Na honestidade”, lançado em 2002 pela Trama, com Kid Vinil (vocal), Trinkão (bateria, da formação original), Carlão (guitarra) e Ayrton (baixo). O álbum, que se caracteriza por letras bem humoradas, apresenta uma mistura de punk e rock dos anos 70 e 80, mas adaptada aos tempos atuais. Embora o CD seja quase todo composto por músicas do próprio Magazine, "Na Honestidade" começa com "Conversível Irresistível", de Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, e termina com "Boeing 723897", do primeiro LP do Joelho de Porco, de 1976. Uma das curiosidades é a faixa “Zeca Baleiro”, uma resposta ao artista maranhense, que em 1997 gravou "Kid Vinil" em seu disco de estreia, no qual pergunta: "Kid Vinil quando é que tu vai gravar CD?". Em resposta, Kid Vinil canta: "Zeca Baleiro, eu já gravei CD, agora é sua vez de gravar um LP". Confira:

01. Conversível Irresistível
(Roger Moreira)
02. Strogonoff da Princesa
(Trinkão - Airton)
03. Sou Flanelinha
(Trinkão - Airton)
04. Gorda (I love you so!!!)
(Airton Mugnini Jr.)
05. O Jogador
(Carlos Nishimiya - Kid Vinil - Lu Stopa - Trinkão)
06. Marlene
(Carlos Nishimiya - Kid Vinil - Lu Stopa - Trinkão)
07. Bah Veinho
(Airton Mugnini Jr.)
08. Ele Quer Ser Inglês
(Airton Mugnini Jr. - Carlos Nishimiya - Rebecca Barreto)
09. Chavez
(Trinkão - Airton)
10. Zeca Baleiro
(Airton Mugnini Jr.)
11. Na Honestidade
(Airton Mugnini Jr.)
12. Nonsense Total
(Airton Mugnini Jr. - Carlos Nishimiya)
13. Boeng 723897
(Tico Terpins)



Vários artistas - Dançando Samba Rock & Melodia

Coletânea produzida pela desconhecida Musisom não informa o ano do lançamento
Este álbum, “Dançando Samba Rock & Melodia”, foi fabricado pelo desconhecido selo Musisom, e tudo indica que se trata de produção independente, sem o ano do lançamento. O disco, que não tenho em acervo, mas decidi montá-lo após conseguir a arte gráfica, tem o repertório interessante, mas peca por alguns descuidos, como a falta de informação sobre os compositores e os erros de grafia dos nomes do Tony Bizarro (apresentado como Toni Bizarro), da Celly Campello (Celli Campelo, impresso na contracapa, e Cely Campello, no selo do disco) e do uso das iniciais J.B. - como no título da música “De TM a JB”, gravada pelo Trio Mocotó - numa referência a Jorge Benjor entre os intérpretes da faixa “País Tropical”. Além disso, a participação do Betinho com Os Pagodeiros não é citada na faixa "Largo do Estácio". Confira:

01 - Os Pagodeiros Do Largo Do Estácio -  Largo Do Estácio
(Luiz Wanderley)
02 - Trio Mocotó - De TM a JB
(Fritz)
03 - Som 3 - A Volta da Maçã
(César Camargo Mariano - Toninho - Sabá)
04 - Gal, Gil, Caetano e Jorge Ben - País Tropical
(Jorge Ben)
05 - Adriana - Justo Nesta Noite
(Luiz Vagner - Tom Gomes)
06 - Luiz Loy e seu conjunto - Ave Maria Dos Olhos Dela
(Erasmo Carlos)
07 - Taxi - Pode chorar
(Max)
08 - Dom Beto - Pensando Nela
(Beto - Reina)
09 - Celly Campello - Lacinhos Cor De Rosa (Pink shoe laces)
(Mickie Grant - vs: Fred Jorge)
10 - Tony Bizarro - Nesse Inverno
(Carlos Lemos - Tony Bizarro)



quinta-feira, 18 de maio de 2017

Elizabeth - A canção que chegou (LP 1966)

 Primeiro LP da cantora é de MPB, com canções de renomados compositores
Finalmente, após quatro anos desde a postagem aqui da reedição do primeiro LP da Elizabeth, chegou o momento de apresentar o álbum original, lançado em 1966 pela Continental. A reedição (veja capa abaixo), feita em 1969 pelo selo MusiColor, com apresentação gráfica diferente da original, traz apenas o nome da cantora, sem o título “A canção que chegou” e sem a música “Verdade”, de Jota Júnior, que abre o disco. A possibilidade de postá-lo na íntegra se deve ao amigo Miguel, a quem agradeço pela valiosa colaboração, que certamente fará a alegria dos colecionadores.

Bem diferente dos discos lançados posteriormente pela artista, que fez sucesso como representante da Jovem Guarda, este LP é essencialmente de MPB, no qual interpreta sambas e sambas canções, ainda sob os efeitos de sua principal influência, a cantora e compositora Maysa, que Elizabeth imitava no início da carreira. Levada ao disco pelo célebre compositor Braguinha, falecido em 2006 aos 99 anos, a cantora caprichou no repertório do primeiro álbum. Regravou os hoje clássicos “Pedro pedreiro”, de Chico Buarque, e “Preciso aprender a ser só”, de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, e incluiu no LP duas músicas do Billy Blanco (“Aquele dia” e “Receita de domingo”), uma do maestro Gaya (“Samba em tom menor e dor maior “) e outra do Tito Madi ("Complicando o amor"), além de três autorais, entre outras. Confira:

01 – Verdade
(Jota Júnior)
02 - A sandália da mulata
(Elizabeth)
03 -  Pedro pedreiro
(Chico Buarque)
04 - Coração mau
(Elizabeth)
05 - Janela
(Jota Júnior)
06 - Como vou fazer
(Elizabeth)
07 - Aquele dia
(Billy Blanco)
08 - Samba em tom menor e dor maior
(Gaya)
09 - Complicando o amor
(Tito Madi)
10 - Preciso aprender a ser só
(Marcos Valle - Paulo Sergio Valle)
11 - Receita de domingo
(Billy Blanco)
12 - Sem amor sem você
(Fernando César -  Britinho)


COLABORAÇÃO: Miguel


quarta-feira, 17 de maio de 2017

The Ventures - $1,000,000.00 Weekend (LP 1967)

Álbum produzido nos EUA pela Liberty apresenta instrumentais de hits da época
Fonte de inspiração de bandas brasileiras nos anos 1960, época em que as músicas instrumentais faziam sucesso, o grupo norte-americano The Ventures ainda é referência nesse segmento, com mais de 200 álbuns em CDs e LPs, além de centenas de singles na discografia. Este “$1,000,000.00 Weekend”, lançado pela Liberty no final de 1967, é mais um álbum em que os músicos desfilam seu talento. O disco, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, é do lote norte-americano, e traz canções de sucesso no repertório, como “Sunny” (hit do Chris Montez), “Georgy Girl” (conhecida no Brasil pela versão “A feiticeirinha”, gravada pelo Trio Esperança), “To Sir, With Love” (tema do filme “Ao mestre com carinho”), “Yesterday” (provavelmente a canção mais regravada dos Beatles) e outras. Confira:

01 - What Now My Love (Et Maintenant)
(Gilbert Becaud - Carl Sigman - P. Delanoe)
02 - Georgy Girl
(Jim Dale - Tom Springfield)
03 - Ode to Billy Joe 
(Bobbie Gentry)
04 - Sunny
(Bobby Hebb)
05 - Respect
(Otis Redding)
06 - To Sir, With Love 
(Don Black - Marc London)
07 - Music to Watch Girls By
(Sid Ramon)
08 - Groovin'
(E. Drigati - F. Cavaliere)
09 - Windy
(Ruthann Friedman)
10 - Sealed With a Kiss
(Peter Udell - Gary Geld)
11 - Uptight (Everything's alright)
(H. Cosby - S. Moy - S. Wonder)
12 - Yesterday 
(Lennon - McCartney)

COLABORAÇÃO: Laércio




segunda-feira, 15 de maio de 2017

Sérgio Reis - O menino da gaita (LP 1973)

 Primeiro LP do cantor na RCA Victor inclui o sucesso "O menino da porteira"
Foi a partir deste terceiro álbum da carreira, o primeiro gravado na RCA Victor, que Sérgio Reis começou gradativamente a se dedicar a música sertaneja. O LP, enviado pelo amigo Geraldo, a quem agradeço, se destaca pelas faixas “O menino da gaita” e “O menino da porteira”, canções que abriram as portas para o novo filão. Nesse segmento, seguiram-se os sucessos "Adeus Mariana", "Disco Voador", "Panela Velha", "Filho Adotivo", "Pinga ni Mim" e várias outras canções. No entanto, o repertório deste disco, lançado em 1973,  ainda tem muita influência da Jovem Guarda, especialmente nas baladas românticas, como “A minha vida mudou”, “Se ela voltar” e  “Nada irá nos separar”, entre outras. Sem negar o passado, o LP ainda inclui o iê-iê-iê “Não vou perdoar” e a italiana "Addio amore addio". Confira:

01 - Eu Sei Que Vai Chegar a Hora
(Sérgio Reis)
02 - De Que Vale A Vida Sem Amor
(Clayton)
03 - Jesus Para Todos Os Jovens
(Fernando Reis - Sidérius)
04 - A Minha Vida Mudou
(Sérgio Reis)
05 - Se Ela Voltar
(Jean Pierre - Marcelo Duran)
06 - O Menino Da Gaita (El Chico De La Armonica)
(Fernando Arbex - vs: Sérgio Reis)
07 - O Menino da Porteira
(Teddy Vieira - Luizinho)
08 - Esqueça Que Fugi
(Sérgio Reis)
09 - Nada Irá Nos Separar
(Sérgio Reis)
10 - Não Vou Perdoar
(Sérgio Reis)
11 - Não Sou Daqui Nem Sou De Lá
(Facundo Cabral - vs: Tony Perez)
12 - Addio Amore Addio
(Benelli - Bavini)


COLABORAÇÃO: Geraldo


domingo, 14 de maio de 2017

Vários artistas - Para alguém especial - Mãe (LP 1992)

 Álbum em homenagem às mães foi produzido pelas Edições Paulinas em 1992
Tenho uma postagem especial para hoje, 14 de maio, Dia das Mães no Brasil. Trata-se desta coletânea, enviada pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço, com 10 faixas especialmente selecionadas para homenageá-las. O disco “Para alguém especial – Mãe” foi produzido pelas Edições Paulinas em 1992 e lançado em LP do selo Comep. O álbum traz canções interpretadas por cantores como Ricardo Braga, Angelo Máximo, Joelma e outros. Uma das curiosidades é a presença da cantora Silvinha no backing vocals. Confira:

01 - Ricardo Braga - A mãe de Deus
(Ricardo Braga)
02 - Monalisa - Mãe (Mother Of Mine)
(Bill Parkinson – Versão: Rossini Pinto)
03 - Angelo Máximo - Mamãe a primeira emoção
(Lula Barbosa)
04 - Johny & Jessey - Minha mãe, minha heroína
(Monalisa – N. Orlando – R. N. Silveira)
05 - Angela Márcia - Não me deixe só
(Ângela Márcia)
06 - Angel - Carta para minha mãe
(Elias Muniz)
07 - Joelma - A canção que eu fiz (La Chanson Pour Anna)
(A. Popp – J. C. Massoulier – Versão: Rossini Pinto)
08 - Som dos Baixinhos - Canção para mamãe
(Waldeci Farias)
09 - Célio Guimarães - Para mamãe do seu filho distante
(Cláudio Fontana)
10 - Ricardo Braga - Mamãe (Part. Especial do Som dos Baixinhos)
(Herivelto Martins – David Nasser)


COLABORAÇÃO: Aderaldo



sábado, 13 de maio de 2017

Claudio Fontana - Baby, meu amorzinho (EP 1974)

 Compacto duplo de 45 RPM foi lançado em Portugal pela gravadora Copacabana 
O cantor e compositor Claudio Fontana marca presença no blog com este compacto duplo de 45 RPM, lançado em Portugal pela Copacabana em 1974. O disco, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, se destaca pela faixa “São Luiz, Ilha do Amor”, uma homenagem do artista a capital do Maranhão, sua terra natal, onde começou carreira na Rádio Gurupi. No entanto, a mais executada do EP é a música “Baby, meu amorzinho”, incluída também num dos volumes da coletânea “As 14 Maiorais”, projeto da Copacabana no Brasil. Confira:

01 - Baby Meu Amorzinho
(Claudio Fontana)
02 - Meu Novo Amor
(Claudio Fontana)
03 - São Luiz, Ilha do Amor
(Claudio Fontana)
04 - A Carta
(G. Nunes)


COLABORAÇÃO: Laércio


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Vários artistas - Jovem Guarda Instrumental - Vol. VII

 Bandas famosas e desconhecidas compõem o repertório do sétimo volume da série
Segue mais um volume da série Jovem Guarda Instrumental, com áudio da minha coleção e de discos baixados em diversas fontes da rede. Este sétimo volume traz algumas raridades, como as gravações dos grupos Bargs, The American Shadows, The Brazilian Red Caps, The Rowers e outras. A seleção também apresenta registros de bandas conhecidas, como Os Incríveis, The Jordans, The Jet Blacks e Renato e seus Blue Caps, além do pistonista Ronaldo Lark, músico que liderou os grupos Os Versáteis e Turma Bab-Luba. Acredito que os fãs de instrumentais da Jovem Guarda vão curtir a coletânea. Confira:

01 - 1967 - The Tunders - Cabelos longos ideias curtas 
(Cheveux longs et idées courtes)
02 - 1969 - Beachbuben - A pescaria
03 - 1967 - The Bip's - O pica-pau
04 - 1967 - Bargs - Snack
05 - 1967 - Os Incríveis - You know what I want
06 - 1966 - The Jordans - Not for sale
07 - 1966 - The Blackstones - Ginchy
08 - 1967 - Os Dragões -  Let´s dance on
09 - 1968 - The American Shadows -  Cavalinho Nº 2
10 - 1967 - Os Paqueras - É duro ser estátua
11 - 1969 - Os Inimitáveis - Não há dinheiro que pague
12 - 1964 - Renato e seus Blue Caps - Noturno em mi bemol
13 - 1967 - Os Craques da Música - Vem quente que estou fervendo
14 - 1967 - Os Mutáveis - The high and the mighty
15 - 1969 - Ronaldo Lark - Bug eyes
16 - 1967 - Leroy Martin e sua orquestra - Palavra de rapaz
17 - 1965 - The Jet Black's - Suspicion
18 - 1966 - The Beggers - Tunderball
19 - 1967 - Os Tigres - Só vou gostar de quem gosta de mim
20 - 1969 - The Rowers - Férias na India
21 - 1968 - Os Psicodélicos - The world goes on
22 - 1964 - The Skeltons - Frenesi
23 - 1968 - Sidney Jones e orquestra - Estou feliz (A pupet on a string)
24 - 1969 - The Brazilian Red Caps - Jennifer Juniper
25 - 1968 - Os Titans - É preciso viver



quinta-feira, 11 de maio de 2017

Marisa Gata Mansa - Viagem (EP 1972)

Compacto duplo lançado pela Odeon traz três músicas não incluídas no LP "Viagem"
Este compacto duplo da Marisa, também conhecida como Gata Mansa, lançado em 1972 pela Odeon, traz a música “Viagem”, grande sucesso da época, e gerou no ano seguinte a gravação do álbum (veja capa abaixo) com o nome dessa canção. O disco, enviado pelo amigo Miguel, a quem agradeço, se destaca pelas três faixas restantes do EP, não incluídas no LP “Viagem", um dos mais importantes de sua carreira. Marisa Vertullo Brandão, seu nome de batismo, nasceu no Rio de Janeiro em 27 de abril de 1938 numa família entusiasta da boa música, e cresceu nesse ambiente que a incentivou a cantar.

O apelido Gata Mansa foi dado pelo jornalista Djalma Sampaio por causa de seu jeito calmo de falar. Gravou o primeiro compacto, de 78 rotações, "Você Esteve com Meu Bem", de João Gilberto e Russo do Pandeiro, pela RCA Victor em 1953. Com uma trajetória marcada por um viés jazzístico, foi crooner do Golden Room do Copacabana Palace e, substituindo Dolores Duran, no Bacará, segundo a Wikipedia. Típica voz de bares noturnos, cantava no Beco das Garrafas, ao lado de outros nomes da Bossa Nova. Sempre fez muito sucesso, interpretando canções e compondo algumas letras, com as quais ganhou troféus e fez muitos shows.

Foi casada com o compositor e pianista César Camargo Mariano, que compôs em sua homenagem a música "Marisa", tema da cerimônia de casamento, na igreja. Juntos, tiveram um filho, único de Marisa, chamado Marcelo Camargo Mariano, nascido na Cidade de São Paulo em 12 de Setembro de 1967. No início dos anos 70, o casal se divorciou, e não casou novamente. Gravou vários discos, incluindo o álbum “Encontro com Antonio Maria” , pela CID em 1997, numa homenagem ao compositor. Passou seus últimos anos vivendo sozinha em seu apartamento, recebendo visita apenas do filho e de alguns amigos. Faleceu na Cidade do Rio de Janeiro, em 10 de Janeiro de 2003, em decorrência de uma isquemia cardíaca, e deixou saudades aos apreciadores da boa música. Confira:

01 - Viagem
(Paulo Cesar Pinheiro - João de Aquino)
02 - Depois de tanto amor
(Paulinho da Viola)
03 - Estiada
(Ivor Lancellotti - Marco Antonio Pinheiro)
04 - Samba do Estácio
(Cesar Costa Filho - Jair Amorim)


COLABORAÇÃO: Miguel


quarta-feira, 10 de maio de 2017

João Dias - Se você não existisse (LP 1977)

 João Dias foi considerado o herdeiro vocal do Francisco Alves, o rei da voz
João Dias, considerado o herdeiro de Francisco Alves, graças à semelhança de seu registro vocal com aquele que foi “o rei da voz”, comparece mais uma vez no blog com este LP, lançado em 1977 pela Odeon. O disco, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço, traz três versões de hits internacionais: “Se você não existisse” (“Et Si Tu N'Existais Pas”, sucesso de Joe Dassin), “Deus como te amo” (“Dio, Come Ti Amo”, conhecida pela interpretação da Gigliola Cinquetti) e “Quero-te tanto bem” ("Ti Voglio Tanto Bene", gravada por Rossano e outros artistas). O destaque, entre as quatro versões do repertório com 12 faixas, é o tango “Escreve-me”, feita sob medida para a bonita voz do cantor, que já tem sinopse de sua carreira divulgada no blog. Confira:

01 - Se você não existisse (Et Si Tu N'Existais Pas)
(Pallavicini – Cutgno – Losito – P. Delanoe – C. Lemesle – Versão: Romeo Nunes)
02 - Enquanto o sol não se acabar
(Isaías Souza)
03 - Deus como te amo (Dio, Come Ti Amo)
(Domenico Modugno – Versão: Demetrio Carta)
04 - A última boite
(Jean Marcel - Raminho)
05 - Acabou
(Barros Filho - Sérgio Fernandes)
06 - Tanto faz
(Jovenil Santos - Barros Filho)
07 - Eu quero ver
(Jovenil Santos - Barros Filho)
08 - Extrato de maldade
(Isaías Souza)
09 - Prefiro ficar com Maria
(Paulo Gesta - Luiz França)
10 - Escreve-me (Scrivimi)
(G. Raimondo – E. Frati – Versão: Ghiaroni)
11 - Casa vazia
(Jean Marcel - Raminho)
12 - Quero-te tanto bem (Ti Voglio Tanto Bene)
(Ernesto de Curtis - Domenico Furnó – Versão: Oswaldo Santiago)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


terça-feira, 9 de maio de 2017

Vários intérpretes - As 12 Quentes (LP 1968)

 Grandes sucessos de 1968 estão reunidos neste  LP lançado em 1968 pela London
O LP “As 12 Quentes”, rara coletânea lançada em 1968 pela London, selo da EMI-Odeon, foi enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço pela colaboração. Ele informa que o disco não é da sua coleção. Ele conseguiu a arte gráfica do álbum e reuniu as faixas do disco para a postagem. O resultado é muito bom, com áudio de excelente qualidade, reunindo artistas nacionais e internacionais. O vinil, com duas faixas para cada intérprete, apresenta canções do Tom Jones, The Fevers, The Rolling Stones, Maurice Monthier e sua grande orquestra, Engelbert Humperdinck e Luiz Loy e seu conjunto. Confira:

01 - The Fevers - Já cansei (It's too late)
(Bobby Goldsboro - vs: Rossini Pinto)
02 - Tom Jones - Delilah
(Les Reed - Barry Mason)
03 - Maurice Monthier e sua grande orquestra - Sayonara, sayonara
(Mike Maki - Hachidai Nakamura)
04 - Engelbert Humperdinck - A man without love (Quando m'innamoro)
(D. Pace - M. Panzeri - R.Livraghi - Mason)
05 - Luiz Loy e seu conjunto - With a little help from my friends
(Lennon - McCartney)
06 - The Rolling Stones - Jumping Jack Flash
(Mick Jagger - Keith Richard)
07 - The Fevers - Como o sábio diz (Simon says)
(E. Chiprut - vs: Rossini Pinto)
08 - Tom Jones - Help yourself (Gli occhi miei)
(C. Donida - Mogol - Fishman)
09 - Maurice Monthier e sua grande orquestra - Le bruit des vagues (Murmura o mar)
(Romuald - Pascal Sevran - Serge Lebrail)
10 - Engelbert Humperdinck - Les bicyclettes de belsize
(Reed - Mason)
11 - Luiz Loy e seu conjunto - Israel
(Bruno Zambrini - Ruggero Cini - Franco Migliacci)
12 - The Rolling Stones - Street fighting man
(Mike Jagger - Keith Richard)


COLABORAÇÃO: Laércio

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Que fim levou Robin? - Aqui não tem Chanel (1991)

 Único álbum do grupo de techno-pop foi lançado pela Warner em 1991
Quem curte música eletrônica, certamente vai gostar do “Que fim levou Robin?”, banda formada no final dos anos 1980, que mesclava letras divertidas, bases de dance music e muita atitude fashion. Lançado em 1991 pela Warner, o álbum “Aqui não tem Chanel” obteve relativa repercussão, especialmente pelo visual e pelas apresentações perfomáticas de seus integrantes: DJ Mauro Borges, DJ Renato Lopes, Bebete, Elis e Claudia, todos parte da família Nation, clube histórico do underground paulistano. A produção do disco é assinada pelo Dudu Marote. O LP, único da banda, traz oito faixas, e é praticamente autoral, compostas por Mauro Borges e Renato Lopes. A exceção é a releitura de “Dancing days”, hit do grupo vocal As Frenéticas. É disco pra ouvir e balançar o esqueleto. Confira:

01 - Aqui não tem Chanel
(Mauro Borges - Renato Lopes)
02 - Tia
(Mauro Borges)
03 - Que fim levou Robin?
(Mauro Borges)
04 - O rei e a rainha do shopping
(Mauro Borges - Dudu Marote)
05 - Dancing days
(Nelson Motta - Ruban)
06 - Sei lá não sei o que
(Mauro Borges)
07 - Objeto de uso pessoal
(Mauro Borges - Dudu Marote)
08 - A última caçada
(Mauro Borges - Renato Lopes)